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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

7 sinais que o devem fazer fugir de um restaurante a 7 pés

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Temos uma má notícia para lhe dar: há truques sofisticados para fazer uma ementa que conquiste os clientes mesmo que a comida não seja brilhante. Agora temos uma boa notícia para lhe dar: há maneiras de descobrir esses truques e evitar os restaurantes caros e fracotes.

O jornal britânico The Guardian convidou um crítico gastronómico mistério (não, não, infelizmente não fomos nós...) a explicar qual é a melhor maneira de escolher um bom restaurante só pela ementa. Nós publicamos aqui os sinais que indiciam quando existe uma pequena desgraça no horizonte. E pode começar por se convencer de uma coisa: umas lulas em cama de arroz não são mais do que umas lulas com arroz.

 

1. Ementas muito bonitinhas

Quando há muito design, muitos logos e muitas fotografias numa ementa é mau sinal. E porquê? Porque é sinal de que a ementa muda pouco e, por isso, o restaurante não está preocupado com a qualidade dos ingredientes frescos naquele momento. Segundo o crítico citado pelo The Guardian, uma ementa simples numa folha A5 não é sinal de amadorismo – é sinal de que o restaurante está disposto a mudar habitualmente aquilo que serve por causa da qualidade dos alimentos.

 

2. Aveludados, caramelizados e outros adjectivos rebuscados

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Eu sigo um princípio básico: nunca peço um prato que vem numa "cama de" qualquer coisa. O crítico do The Guardian explica: "Tenha cuidado com a linguagem pomposa". Crocantes, aveludados e outras descrições engalanadas são "evidentes substitutos da qualidade" dos pratos. Quando os pratos têm qualidade bastam poucas palavras para os descrever.

 

3. Marisco a preços muito baixos

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Se vir camarão, gambas ou vieiras a um preço anormalmente baixo, desconfie. É sinal de que os alimentos podem não ser frescos, ou vir de fornecedores de duvidosos.

 

4. Ementas muito grandes

Quanto maior for a escolha, menor será a atenção dada a cada prato. O ideal é um menu que não tenha mais de 20 pratos: assim consegue ter variedade, qualidade, cuidado na preparação e bons ingredientes.

 

5. Pratos muito variados

Tirando o chef do Ratatouille, é difícil encontrar outro cozinheiro que consiga fazer tudo. Normalmente, um bom chef é capaz de se especializar num ou dois tipos de cozinha. Se for a um restaurante e encontrar pratos que vão da Índia ao Equador, o melhor é pensar duas vezes antes de pedir.

 

6. Salmão e peito de frango

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Se procura boa comida, procure uma ementa que tenha animais selvagens, como caça ou peixe de mar. Salmão e frango existem o ano inteiro e são normalmente de criação, com antibióticos e tudo aquilo que devíamos evitar. Um bom sinal é ver o mesmo animal feito de várias formas diferentes: carpaccio, lombo, perna, etc.. – é um indício de que o animal é preparado com cuidado pelo restaurante. 

 

7. Muitas mesas

Mesmo um menu pequeno não pode ser servido com cuidado e atenção a 200 clientes. Por isso, o crítico do The Guardian recomenda: antes de sair de casa, confirme quantos lugares o restaurante tem. E, já que vai ao Google, dê uma vista de olhos no currículo do chef – também ajuda.

 

Um óptimo jantar para si onde quer que esteja,

Ele