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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

e a grande surpresa deste natal é... um magnífico soufflé de batata doce

Tenho um anúncio grave a fazer à Humanidade. Estou apaixonado por outro elemento feminino. E gostaria de a apresentar. Chama-se batata doce.

Ainda ponderei trocar a minha querida Mulher Mistério, mas depois achei que a batata doce teria alguma dificuldade em escrever os magníficos textos que Ela escreve no blog. Por isso optei por acumular as duas. De hoje em diante dividirei o meu coração entre Ela e a batata doce. E esta poligamia gastronómica começa já neste Natal. 

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Durante o jantar da consoada, ao lado Dela sentar-se-á este lindíssimo soufflée de batata doce que conheci nas páginas de culinária do site do New York Times. Está certo que a nossa relação será breve – entre o servir e o deglutir – mas garanto que vai ser uma relação muitíssimo intensa.

Tanto pode ser uma relação à entrada do jantar, a acompanhar o jantar ou até mesmo à sobremesa. E para fazer o soufflé só vou precisar de batata doce, manteiga sem sal, açúcar, mel, canela, noz moscada em pó, sal, gengibre ralado, iogurte magro natural, sumo de lima espremido, oito claras e cremor tártaro (costuma haver no El Corte Inglés). Mas para ver as quantidades certas a utilizar, o melhor é ir aqui.

Comece por assar a batata doce no forno a 220º C, durante 45 minutos a uma hora, até as batatas estarem moles ao espetar um garfo – não se esqueça de as lavar e picar primeiro com uma faca em vários sítios. Quando as batatas estiverem prontas, descasque-as e bata-as na Bimby ou num triturador até ficar com um puré. Junte o mel, a canela, a noz moscada, o sal, o gengibre, o iogurte e o sumo de lima e misture tudo muito bem.

Unte bem um pirex alto com manteiga e depois espalhe duas colheres de sopa de açúcar por cima, de forma a cobrir toda a manteiga. Bata as claras em castelo. Quando começarem a formar uma espuma, acrescente o cremor tártaro e, quando vir os picos das claras a formarem-se, junte aos poucos mais uma colher de sopa de açúcar. 

Assim que vir que as claras estão prontas, junte um quarto ao puré de batata doce e vá envolvendo o resto muito calmamente para não estragar o soufflé. Deite tudo calmamente para o recipiente e coloque no terço de baixo do forno, a 200º C, durante 20 a 25 minutos.

Retire quando o soufflé estiver alto e sirva logo. Vai ver a maravilha de jantar que terá.

 

Um óptimo Natal para a minha Querida Mulher Mistério onde quer que a batata doce esteja,

Ele

 

receita: the new york times; foto: andrew scrivani