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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

novidade! novidade! o monte mar acabou de abrir em lisboa com uma esplanada em cima do rio (e o peixe fresco do costume)

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Sinto-me o Marques Mendes a dar as grandes notícias em primeira mão ao País (talvez um pouco mais alto, mas de resto...). Então não é que, depois do novo restaurante japonês da chef, Anna Lins, abriu hoje o Monte Mar em Lisboa? Exactamente, o mesmo e famosíssimo Monte Mar da Estrada do Guincho, em Cascais, que, diga-se de passagem, pouco tem a ver com o Monte Mar do Mercado da Ribeira. 

 

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Aqui não há tabuleiros nem comida a despachar. Aqui há o antigo armazém F, no Cais do Sodré, decorado com fantásticas pinturas de arte urbana e com uma magnífica esplanada mesmo de frente para o rio Tejo. E há também o fabuloso peixe fresco de Cascais, os magníficos filetes de pescada com arroz de berbigão (eu prefiro sempre com açorda, mas é só pedir para trocar), os óptimos percebes ou as fresquísssimas ostras.

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Já se sabe que, para ir ao Monte Mar, é conveniente abrir antes uma linha de crédito com a banca para salvaguardar qualquer percalço com a conta, mas confesso que fazia falta um restaurante destes em Lisboa, com peixe fresco e bem grelhado e marisco acabado de apanhar.

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O novo restaurante chama-se Monte Mar Lisboa e terá exactamente a mesma ementa do espaço original em Cascais. No interior, há 82 lugares sentados e, na esplanada, mesmo em frente ao rio e sempre aberta, há capacidade para 150 pessoas.

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Da última vez que fomos ao restaurante na Estrada do Guincho, comemos um salmonete fresquíssimo e bem grelhado e uns filetes de pescada com uma açorda divinal (sim, preferimos ir os dois sozinhos para não termos de decretar falência familiar). De entrada, pedimos umas óptimas e enormes ostras e para sobremesa optámos pelos gelados do Santini, o que é sempre uma grande notícia em qualquer restaurante do país: eu, avelã e framboesa; Ela, morango e nata.

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O serviço foi rápido e eficiente – não sei mesmo se não havia mais empregados do que clientes – e o único problema esteve no couvert: pão de Mafra banal, manteigas de pacote e umas azeitonas normalíssimas temperadas com alho. A seguir trouxeram umas tostas com manteiga, feitas com o mesmo pão e grossas demais. Talvez no novo espaço, o couvert seja melhorzinho. Por mim, desde que tenha o peixe fresco, está óptimo.

 

Uma óptima novidade para si onde quer que esteja,

Ele

 

fotos: monte mar

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