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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

o que faz falta é deliciar a malta: tarte de morango com creme de mascarpone e uma base crocante

Ponto prévio: leia este texto a cantarolar ao som da música do Zeca Afonso. Já está? Então vamos a isso.

Estamos no epicentro da época dos morangos e o que faz falta... é uma sobremesa deliciosa, rápida e viciante que junte aquela que é uma das minhas frutas preferidas com uma base de tarte crocante que estale na boca a cada simples dentada. Há semanas que ando à procura da receita perfeita e acho que finalmente a descobri. Trata-se de uma fabulosa tarte de morangos do respeitadíssimo jornal New York Times.

E quando um colosso da credibilidade, como o New York Times, diz que esta é a tarte de morango mais simples do planeta, eu arregaço as mangas e visto o avental. Especialmente se for num domingo. Porque, ao fim-de-semana, o que faz falta... é regalar a malta.

Para fazer esta maravilha da galáxia, só vou precisar de farinha de trigo, farinha de centeio, uma pitada de sal, vinagre de sidra, manteiga gelada cortada em cubos de um centímetro e um ovo. Para o recheio, separe queijo mascarpone, açúcar (ou stevia, ou outro adoçante natural), morangos frescos fatiados e compota de morango. Para saber as quantidades certas de cada ingrediente, o que faz falta... é consultar a receita original aqui.

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O mais difícil nesta receita (se é que se pode usar a palavra "difícil") é preparar a massa. É claro que, se quiser o cúmulo da simplicidade, pode ir comprar uma massa de tarte ao supermercado. Mas o que faz falta... é perder dez minutinhos a preparar esta deliciosa massa crocante. 

Misture as farinhas com o sal. Depois junte-as com a manteiga bem gelada no robô de cozinha e bata até ficar com um crumble com bolinhas do tamanho de ervilhas. Adicione o vinagre de cidra a cinco colheres de sopa de água bem gelada e salpique três colheres de sopa desta mistura por cima do crumble. Volte a bater tudo no robô de cozinha ou num triturador até começar a ficar com uma massa. Se lhe parecer que a massa está muito seca, vá juntando mais umas colheres de sopa da mistura de vinagre enquanto bate mais um pouco. A massa está pronta quando, ao apertar, ela não se separar.

Estenda a massa num círculo, envolva-a em película aderente e leve-a ao frigorífico durante, pelo menos, duas horas. Salpique uma folha de papel vegetal com farinha, coloque a massa por cima e passe-lhe com um rolo até esta ficar com cerca de meio centímetro de espessura e com uma forma apresentável. Pique a massa com um garfo para não formar bolhas e pincele-a com o ovo ligeiramente batido.

Depois, o que faz falta é... colocar o papel vegetal por cima de um tabuleiro e levar ao forno, pré-aquecido a 200º C, durante 20 a 25 minutos. A massa tem de ficar tostada e se se formarem bolhas durante o tempo em que esta estiver no forno, alise-as com a ajuda de uma espátula.

Deixe a massa arrefecer completamente antes de a retirar do tabuleiro. Cubra-a com o mascarpone misturado com o açúcar, salpique com a compota e termine com os morangos fatiados no topo. Vá partindo a massa à medida que come.

E agora, o que faz falta... é deliciar a malta.

 

Leia ainda:

 

P.S: Não me diga que leu mesmo este texto a cantarolar! É que eu nunca tive muito jeito para rimas.

 

Uma óptima tarte para si onde quer que os morangos estejam,

Ele

 

receita e foto: the new york times