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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

o restaurante que está a combater a lei anti-imigração de donald trump de forma viral

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Chama-se Kiwiana e já era um famoso restaurante neo-zelandês em Brooklyn, Nova Iorque. Mas, esta semana, o restaurante virou notícia em quase todos os jornais americanos por causa da campanha que lançou contra as leis anti-imigração que Donald Trump assinou mal tomou posse.

O restaurante do chef Mark Simmons, ex-concorrente do concurso Top Chef, não organizou propriamente uma manifestação à porta da Casa Branca. Limitou-se a escrever uma pequena nota no final de todas as contas entregues aos clientes. A seguir ao valor a pagar, os clientes podem ler: "Os imigrantes tornam a América grandiosa (eles também cozinharam a sua comida e serviram-no hoje)".

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Quando a jornalista da NBC Mary Emily O'Hara foi ao Kiwiana tomar um brunch no domingo passado, reparou na frase e publicou uma foto da factura na sua conta do Twitter. Em pouco tempo, a publicação tornou-se viral, com quase 100 mil partilhas e mais de 250 mil gostos naquela rede social. A factura foi noticiada em alguns dos principais jornais americanos, como o Huffington Post ou o Washington Post, e veio dar força a um movimento que já tinha sido lançado pela restauração contra as leis anti-imigração de Trump.

Da lista dos 10 melhores novos restaurantes da revista Bon Appétit, pelo menos cinco têm como sócio um imigrante de primeira geração. Além disso, muitos dos trabalhadores da área são imigrantes. É por isso que vários profissionais da área estão a contestar os dois decretos presidenciais assinados em Janeiro: um a avançar com a conclusão da construção de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México, e outro a proibir a entrada no país de habitantes de sete países muçulmanos.

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Segundo o chef do Kiwiana, o neo-zelandês Mark Simmons, também ele um imigrante, "esta nota, no final das facturas, é uma forma de lembrar os clientes que os imigrantes são a espinha dorsal da hotelaria e da restauração no país – e muitas vezes são eles que cozinham para os americanos por toda a América".

Captura de ecrã 2017-02-09, às 16.58.21.jpg

Agora imagine o que seria o mundo da restauração sem imigrantes – e sem pratos maravilhosos como este do Kiwiana.

 

Um óptimo jantar para si onde querque os imigrantes estejam,

Ele