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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

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Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

3 formas de manter a alface fresca durante 10 dias no frigorífico

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Cada vez que olho para as alfaces desta casa, no final de cada semana, lembro-me sempre das bandeiras do Sporting no final da época. Não é que a cor mude, mas as folhas estão claramente mais murchas e sem aquele aspecto delicioso do início da semana. Especialmente agora, no Verão, quando se consome salada nesta casa ao ritmo a que a Mota-Engil contrata ex-políticos.

Foi, por isso, com a mais profunda e sincera satisfação que descobri estas três extraordinárias dicas do sempre sábio site The Kitchn. Tudo para conseguir conservar a alface fresca e verdinha, durante 10 dias, no frigorífico. Ou os espinafres. Ou os agriões. Ou a rúcula. Ou os canónigos. Ou qualquer outro verde que goste de juntar à salada. E a primeira é totalmente inesperada.

 

salada de peito de pato fumado com salmão e palitos de queijo fresco

 

Está-se mesmo a ver: fim-de-semanazinho com grandes jantaradas fora, almoços até às tantas, sobremesas coladas à sopa da refeição seguinte... basicamente, está asfixiado em comida, não é? Pelo menos, aqui em casa há quem esteja nesse estado lamentável. E foi por isso que hoje fui obrigado a preparar uma refeição light para desintoxicar dos últimos dias. A solução? Uma Salada de Inverno. Sim, é possível juntar as duas palavras no mesmo prato. 

Ao abrir o frigorífico, encontrei um peito de pato fumado que tinha sobrado da passagem de ano (não, não se preocupe que ainda faltavam quatro dias para acabar o prazo de validade). Preparei umas folhas de rúcula, de alface e de agrião (vão vale a pena voltar a dizer que são biológicas, de uma daquelas empresas de cabazes que entregam em casa, pois não?) e juntei uns tomates cherry cortados em quatro. Equanto os verdes estavam a secar, cortei uma cebola: metade às fatias finas para a salada, a outra metade picada para uma panela com um fio de azeite, onde cozinhei ligeiramente uma posta de salmão congelado e umas folhas de coentros.

Depois de o peixe estar pronto - dourado por fora e rosado por dentro - dividi-o às lascas (não é o mesmo que cortá-lo aos bocados) e deixei arrefecer. Enquanto isso, o peito de pato fumado estava ao ar livre a libertar os cheiros da embalagem. Juntei, os verdes, o tomate, o peito de pato, o salmão, o azeite e a cebola que o cozinhou e ainda mais uma maçã laminada e um queijo fresco grande aos palitos. Tudo misturado com mais um pouco de azeite, vinagre balsâmico, sal e pimenta. 

 

E para acompanhar? Bom, não pode ser tudo dieta, pois não? Por acaso estava no frigorífico uma garrafa de espumante Caves da Montanha Grande Reserva bruto de 2005. É mal empregado para acompanhar uma salada? Como dizia o Álvaro Cunhal, olhe que não, olhe que não...

 

 

Um abraço e uma boa semana para si, onde quer que esteja,

Ele