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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

quem precisa de uma irmã para brincar quando se tem uma lola em casa?

 

A fotógrafa Rebecca Leimbach e o marido tinham um sonho: dar um irmão ou uma irmã a Harper, a única filha do casal. Mas quando iniciaram uma luta contra a infertilidade descobriram que afinal Harper não era filha única. Desde bebé que Lola, a bulldog da família, se tornou a melhor amiga da filha, uma espécie de “irmã”. Sendo que Lola tem muitas vantagens em relação a uma irmã de verdade, porque é muito mais paciente, pacholas, amorosa e brincalhona do que uma irmã a sério. Harper, de 4 anos, veste, penteia, conta histórias, almoça, toma banho e faz mil e uma coisas com a sua inseparável Lola.

A mãe contou ao blog Good News como tudo começou: “Um dia, Harper saiu do quarto de brincar e disse ‘ta-da!’ Virei-me e vi a Lola vestida com um tutu, cheia de colares e uma coroa, e ela nem parecia importar-se com isso. Chorei a rir e fui a correr buscar a minha câmara para tirar uma fotografia… o resto é história!”

Rebecca Leimbach diz que as duas são inseparáveis desde que Harper nasceu e revela que Lola está sempre de olho na sua “irmã”, é uma espécie de babysitter. “A minha luta contra a infertilidade e o facto de Harper ser filha única fez-me valorizar ainda mais a ligação entre elas. Por isso é que estas fotografias são tão importantes para mim.”

Não perca todas as fotografias desta incrível e ternurenta amizade no blog e no Facebook de Rebecca. 

Depois de ver estas imagens, acho que vou comprar um bulldog para a nossa equipa de futsal,

Ela

 

bulldog e o tribunal constitucional

A bebida ideal para ouvir juízes

 

 

 

 

Era aquele senhor com voz de elefante e pronúncia de Mota Amaral a entrar pela televisão e eu a sair pela cozinha. Hoje em dia, política sem álcool é como muamba sem gindungo - ou, como diria o Jorge Perestrelo, é como futebol sem golos. Ouvir o Tribunal Constitucional obriga-me a preparar um gin; ouvir o Passos Coelho, dois; o Paulo Portas, três; e quando chega o Seguro, o melhor é beber logo pela garrafa. Mas aquele juiz com uma capacidade de dicção ímpar, uma voz envolvente e uma queixada de fazer inveja ao Mutley fez-me lembrar algo um pouco mais sofisticado - este é um momento para um Bulldog.

- Peguei numa laranja, num limão e numa toranja que tinha acabado de receber no meu cabaz de legumes e frutas da horta e cortei uma fatia comprida da casca de cada um.

- Juntei-os num copo de gin cheio de gelo e misturei um pouco com uma colher torcida.

- Depois deitei um cálice de gin Bulldog e continuei a misturar.

- A seguir deitei uma água tónica Schweppes Premium Pimenta Rosa cuidadosamente através da colher e voltei a mexer.

Depois de tudo isto, bebi. E bebi. E bebi. No fim, parecia que Portugal é que tinha acabado de emprestar 73 mil milhões de euros à Alemanha para esta sair da crise.

 

 

Um abraço para si, onde quer que esteja,

Ele