Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

passagem de ano: 4 maneiras originais de fazer mini crepes blinis, uma entrada de chorar por mais

Vou admitir uma coisa publicamente que vai fazer com que Ele rejubile na cadeira de felicidade: foi Ele que me mostrou pela primeira vez os crepes blinis. Sabem aquele género de marido que acha que a mulher só descobriu o mundo depois do casamento? É Ele. Amoroso...

Mas num único ponto Ele tem razão: foi graças a Ele que descobri os blinis. É verdade. Maldita a hora porque, além de serem deliciosos, engordam, claro. Estas mini panquecas dão uns aperitivos ou umas entradas fantásticas para o seu jantar de Passagem de Ano. Basicamente pode pôr o que lhe apetecer em cima, doce ou salgado, o sucesso é garantido. Aqui ficam quatro sugestões diferentes que encontrei no delicioso site Ichigo Shortcake.

7176081037_2a3571f8a0_b.jpg

 

 

crepes blinis com natas e caviar (ou alguma coisa muito parecida com isso)

 

O caviar dos pobrezinhos

 

Ingredientes:
1 frasco de caviar Tzar
1 pacote de crepes blinis
1 pacote de natas

Já estou a ver o stress no ar: dia 31, passagem de ano em sua casa, é preciso alguma coisa especial para o jantar, não comprou nada e não tem paciência para passar as últimas horas de 2013 emigrada na cozinha. Quer ideias? Nós temos ideias. Meta-se no carro, pegue numa nota de 20 euros e vá até ao supermercado do El Corte Inglès. Vai ver que traz uma boa entrada e ainda umas moedas de troco. Tudo isto graças à mais nova e sofisticada imitação de caviar. Chama-se Tzar, é produzida na Rússia, só com recurso a produtos naturais (marisco, carapau, salmão) e tem autorização para utilizar a designação caviar. Ou seja, é caviar mas não é de esturjão, é bom mas não é um Beluga, é barato mas não tem químicos.

Com dez euros traz um frasco com mais de 100 gramas. O resto serve para comprar uns crepes blinis (aqueles muito pequeninos com a grossura de uma minipanqueca) e um pacote de natas. Mesmo antes de servir, aquece os crepes no forno ou no microondas, junta-lhes as natas batidas por cima e depois o caviar. No fim, ainda lhe sobram as moedas de troco para saltar à meia-noite com os bolsos cheios. Não é o caviar que se come em casa de milionários como Ricardo Salgado, Bill Gates ou José Sócrates, mas sempre é caviar - ou quase.

E já agora, um bom Ano Novo para si, onde quer que esteja,

Ele