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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

vídeo: como fazer minicroissants de nutella com apenas 4 ingredientes

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Não consigo compreender. Morro de inveja de pessoas que não gostam de comer. Têm uma vida tão mais fácil (mas francamente mais maçadora que é o que me consola)! Como é que eu, uma pobre aspirante a magra, posso resistir a uma receita destas? Tem tudo para não resistirmos! É deliciosa, leva Nutella, é fácil de fazer e só preciso de 4 ingredientes! É tudo a empurrar-me para comer isto hoje.

Mas fazer croissants em casa?! Está tudo maluco?! Não se assuste, é muito mais fácil do que parece. Até eu, que sou um desastre ambulante na cozinha, consigo fazer esta maravilha.

Nós já tínhamos experimentado esta receita há uns meses, mas agora resolvemos tirar todas as dúvidas e cronometrar, em vídeo, quanto tempo levamos a preparar estes croissants recheados com Nutella. O resultado é um surpreendente vídeo com 35 segundos. Quer ver?

 

 

 

parecem croissants, não parecem? mas são mini-tartes de maçã facílimas de fazer

São, sem qualquer dúvida, as mais espectaculares tartes de maçã que farão o favor de me acompanhar ao longo desta dura semana de labuta. Em vez de espalhar o recheio de maçã por cima de uma enorme base de massa, o fabuloso blog The Blond Cook teve a ideia que vai revolucionar os meus lanches no escritório: enrolar uma fatia de maçã dentro de um delicioso triângulo de massa para croissants. Além dessa maravilhosa ligação entre a maçã e o croissant, este incrível lanche ainda tem a vantagem de vir em doses individuais, perfeitas para levar para o trabalho.

Tudo o que vou precisar é de massa para croissants (que pode comprar nos supermercados), maçã Granny Smith, açúcar mascavado, manteiga derretida, nozes pecan picadas e uma mistura de especiarias que eu vou substituir por uma colher de chá de canela em pó e uma pitada de noz moscada. Para saber as quantidades certas dos restantes ingredientes e ver as fotos do passo a passo, consulte a receita original aqui.

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os 6 melhores pequenos-almoços do mundo

Lamento, mas este texto não é para si. Este texto é especialmente dirigido à minha querida e distinta Mulher Mistério. Por isso, se não quiser ser um cusco incapaz de resistir à tentação de ler a correspondência alheia, faça o favor de seguir em frente e dirigir-se rapidamente para o blog do Flávio Furtado.

Já foi? Óptimo, então posso continuar.

Minha querida e estimada Mulher Mistério, agora que ninguém nos ouve, aqui vai: descobri o mais espectacular ranking que estes olhos já viram. Eu sei que tu achas que estás de dieta (pelo menos, há três anos, por muito que a dieta o desminta...), mas tens de fazer mais uma interrupção. A tua revista preferida, a Condé Nast Traveler, fez um top dos 6 melhores pequenos-almoços do mundo. Exactamente, a tua refeição preferida. Aquela altura do dia em que, por mais dietas que existam, nunca resistes a uma panquecazinha, a uns ovos mexidos com queijo derretido, a um croissantzito com doce ou a uns delicados scones quentinhos (tu insistes nos diminutivos porque achas que assim engorda menos, não é?).

Pois bem, a Condé Nast Traveler reuniu os seis melhores pequenos-almoços que os seus editores já provaram. E há de tudo: desde os ovos benedict mais leves de Londres até ao divinal pão feito ao vapor em Hong Kong. Mas o melhor é leres e veres com atenção.

 

Chiltern Firehouse, Londres, Reino Unido

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De noite, é o restaurante da moda no Reino Unido – aqui tanto podes encontrar o ex-primeiro-ministro David Cameron como a actriz Cara Delevigne. De manhã, é um recanto tranquilo, acolhedor e cheio de charme – e, nessa altura, podes encontrar os tais ovos benedict de galinhas de raça criadas ao ar livre ou aquele que é considerado um dos melhores fiambres do país, curado com ácer. Há mais, especialmente os bolos e as sobremesas, mas acho que para já isto chega para te convencer. Ah, é verdade, quase me esquecia: o chef é o Nuno Mendes que tu adoraste quando experimentaste a comida dele na Taberna do Mercado (está aqui o teu texto).

 

 

 

quer uma óptima sugestão de pequeno-almoço para o fim-de-semana? os deliciosos croissants caramelizados da tartine, no chiado

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Há coisas difíceis de perceber: como é que uma pastelaria que faz uns croissants que conseguem entrar directamente para uma finalíssima da doçaria nacional, taco-a-taco, com os do Careca, no Restelo, decide escolher o nome de Tartine? Vamos lá esclarecer um ponto: uma tartine é uma fatia de pão tostado com bons ingredientes por cima, um croissant é um tratado de prazer, um manifesto de bom gosto, uma convenção de satisfação. Especialmente se forem como estes.

 

hoje é dia de brunch – e destes croissants divinais (e dos capuccinos e dos iogurtes e dos bolos do choupana caffe)

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Olá, o meu nome é Ele e sou pastelariómano.

Pronto. Já assumi. Agora vou começar a desintoxicação.

Nas últimas semanas, fui tomado por uma forte dependência de pastelarias, bolos, pastéis, croissants, bolachas, biscoitos e tudo o que seja tão doce quanto calórico. E desde então a minha vida tem sido passada em cafés, lojas de bolos e casas de chá a aguar pelo próximo doce que vou devorar.

Há uns dias a coisa piorou bastante. Especialmente desde que resolvi ir lanchar ao Choupana Caffe. Agora, pense bem antes de continuar a ler este texto. Hoje é dia de brunch, de pequeno-almoço alargado e este sítio é a perdição do pequeno-almoço. Tem mesmo a certeza de que quer continuar?

  

 

quer um pequeno-almoço delicioso e saudável? os fantásticos croissants integrais com cereais da quinoa

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Em que momento da nossa existência enquanto civilização moderna é que o pequeno-almoço foi substituído pelo brunch? Peço desculpa, mas essa mudança civilizacional passou-me completamente ao lado. Por alma de quem é que já ninguém fala de pequenos-almoços? Parece que os consumidores de pequenos-almoços se transformaram em estranhos seres alienígenas que continuam a viver no tempo do comboio a carvão. Pois eu devo confessar que adoro brunches, mas também sou vidrado em simples pequenos-almoços: combinações despretensiosas de pão e galão, leite e sandocha, bolo e chá. E foi exactamente isso que provei na semana passada, na Quinoa, aquela que é para mim a melhor padaria biológica do Chiado, em Lisboa.

 

 

sugestão para os dias de sol: a esplanada da eric kayser

Sol + calor + almoço + sexta-feira + esplanada - vários meses de chuva e frio que já não se aguentava = Eric Kayser. Foi o que eu pensei. Mal me apanhei a andar por Lisboa em mangas de camisa, sem os cachecóis, as luvas, o sobretudo e o guarda-chuva da semana passada, corri furiosamente para a primeira esplanada que encontrei. E felizmente foi a esplanada da Eric Kayser, junto às Amoreiras. É nesta fase que você tem de tomar a decisão mais importante da sua vida se quer ter um almoço bem passado: em que esplanada é que fico - na que dá para o Amoreiras ou na que dá para o Amoreiras Plaza? Se não quer ter carros, barulho, fumo e buzinadelas, não hesite: Amoreiras Plaza consigo.

O ambiente

A esplanada é tranquila, dá para o pátio interior do Plaza e, se não fossem as duas criancinhas que saltitavam e guinchavam em cima de nós, teria sido o local perfeito para receber a Primavera depois de um longo e penoso Inverno. Mas o encanto da Eric Kayser começa no interior: a decoração é fantástica, as montras enormes a mostrar o pão, os bolos, as saladas e as sanduíches são fabulosas e o cheiro torna esta pastelaria/restaurante-de-refeições-rápidas numa tentação irresistível. Não estou a usar estas duas palavras ao calhas. Mal entra aqui, sente logo o cheiro a bolos quentes e estaladiços e a creme de ovos acabado de fazer. É impossível passar pela porta da Eric Kayser sem sentir uma vontade fulminante de aspirar quatro croissants, dois macarons, cinco pastéis de nata e mais dez daqueles bolos cheios de cor e recheio que nunca sabemos bem como é que se chamam.

O serviço

A fila para pedir anda a uma velocidade razoável - e olhe que estava cheio - e as empregadas estão sempre preocupadas em ir ter consigo para adiantar o seu pedido enquanto está a pagar a conta. Ou seja, nunca está realmente à espera, entre o olhar para a montra para escolher, fazer o pedido à primeira empregada, passar para a caixa, pagar e receber mais à frente o seu tabuleiro pronto. O sistema é eficaz, as empregadas são simpáticas e, se não fosse o facto de pegarem no seu cartão multibanco e no terminal de pagamento automático com a mão que tem a luva para mexer no pão e não com a outra, tudo seria perfeito.

A comida

Uma desilusão, uma surpresa e uma confirmação. Primeiro a desilusão: a sopa de brócolos. Tem bons e grandes bocados de brócolos, o que lhe dá sabor e demonstra que aqui é tudo fresco. Mas tem também a consistência de uma massa de vidraceiro. Não sei se é da batata ou de outro legume qualquer utilizado para engrossar, mas isto não é engrossar, é fossilizar. No fim, é verdade que não enche tanto como uma sopa de feijão. Mas uma sopa quer-se cremosa, líquida ou, pelo menos, com algum líquido.

 

Depois, a confirmação: o penne com tomate confitado, mozzarella derretida, molho pesto e salsa. A salsa é dispensável e só serve mesmo para enfeitar. Mas o resto é delicioso e corresponde na perfeição à expectativa com que ficamos quando olhamos para o maravilhoso aspecto da pasta fria. Numa caixa quadrada de cartão, cuidadosamente apresentadas, as pastas são muito boas. O tomate confitado dá um toque caramelizado e a mozzarella é leve e combina bem com o molho pesto.

 

Finalmente, a surpresa: a sanduíche de frango rústico. Em baguete escura de sementes, podia parecer que seria muito seca. Mas não. O frango está muitíssimo bem assado e vem acompanhado com tomate seco (óptimo!), alface e maionese. Eu, que nem sou grande fã de maionese, provei e adorei. Se não quiser nada disto que eu escolhi para comer, tem ainda umas saladas com um aspecto fantástico e uns brunchs maravilhosos para este fim-semana. Escolha não falta.

 

Para sobremesa, provei um mini pastel de nata com um aspecto deslumbrante. Mas, apesar de ser bom, não é um verdadeiro pastel de nata: a massa é apenas massa folhada (sem aquela mistura única entre massa folhada e massa de pasteleiro dos pastéis de nata) e o creme tinha um travo diferente que não consegui perceber exactamente ao que era. Fiquei desiludido? Não, fiquei cheio (muito por culpa da sopa). Mas não fiquei por aqui. Mal acabei de beber o café (meio morno - falha!) atravessei a rua e fui experimentar a nova loja de bolos pop up das Amoreiras. Mas isso fica para amanhã, que eu não quero que pensem que sou um gordo insaciável.

Uns bons dias de sol para si em esplanadas destas, onde quer que esteja,

Ele