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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

douro suites, o paraíso existe e é neste novo hotel de charme mesmo em cima do rio

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Não, não estou a exagerar. O Douro Suites é provavelmente um dos mais discretos e surpreendentes hotéis em que já estivemos. E é literalmente em cima do Rio Douro.

Não se pode sequer chamar um hotel tal é a hospitalidade, o charme e o ambiente caseiro e familiar que se vive e respira por aqui.

Depois de sairmos da autoestrada ainda percorremos 28 km de curvas e contracurvas até uma pequena localidade chamada Pala (como as batatas fritas mas sem a repetição), em Baião.

Antes de chegarmos ao nosso destino, ainda passámos por um hotel de luxo com 72 quartos, o Douro Royal Valley, mas respirámos de alívio quando percebemos que o nosso pequeno paraíso estava escondido ali, mesmo ao virar da esquina, que é como quem diz ao virar da curva do Rio Douro.

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destino de charme: moinhos de ovil, o segredo mais bem guardado do douro

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Há surpresas assim. Coisas que aparecem na nossa vida absolutamente por acaso. Quando uma amiga minha me falou nos Moinhos de Ovil, primeiro estranhei… depois pesquisei. E que descoberta! Há lá melhor coisa do mundo do que um colchão, umas almofadas, um copo de vinho e um livro à beira-rio?

 

um almoço de sonho num comboio do século xix ao longo do rio douro

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Se é fã de alta gastronomia e do livro ou do filme “Crime no Expresso do Oriente” este programa é a sua cara. Depois do sucesso da primeira edição, “Vila Joya no Douro”, que juntou no ano passado o mítico comboio presidencial português e o chef do restaurante do luxuoso hotel algarvio, Dieter Koshina, chega agora, durante o mês de maio, um programa mais variado e abrangente.

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os 5 melhores hotéis de charme em portugal

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A maior parte das famílias tem o seu pico anual de stress com as férias: as malas gigantescas, a viagem interminável, os 35 pares de sapatos essenciais... Nós temos o nosso pico de stress com a marcação das férias: quando a minha querida e prezada Mulher Mistério anuncia que quer dormir em 10 hotéis diferentes ao longo de apenas uma semana. Já lhe expliquei que dormir num hotel implica passar a noite e uma semana só tem sete noites. Mas Ela não consegue resistir. Um hotel para Ela é tão irresistível como um microfone da CMTV para o Cristiano Ronaldo.

No entanto, depois de muita terapia e várias sessões de ioga, esta foi a lista a que Ela conseguiu chegar. Estes são os cinco hotéis de charme preferidos da minha querida Mulher Mistério em Portugal Continental. Se Ela só tivesse cinco noites e pudesse marcar em qualquer sítio, era para aqui que ela queria ir. Um guia útil para tratar das suas férias de Verão. Há sugestões no Algarve, no Alentejo, no Douro ou no Centro. Todos com poucos quartos e muito charme.

 

 

casa do rio, o refúgio perfeito para namorar no dia dos namorados

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"Vá pelo mau caminho que encontra o paraíso". Nunca mais me esqueci desta frase deliciosa que nos guiou há uns anos por uma estrada em muito mau estado até um hotel de sonho no Brasil. E voltei a lembrar-me dela quando entrámos no caminho de terra batida com cerca de dois quilómetros e meio que nos levou até à Casa do Rio, perto de Foz Côa e em cima do rio Douro. Quando a irritante voz do GPS anunciou “chegou ao seu destino”, ficámos perfeitamente deslumbrados.

 

roteiro para conhecer portugal de copo de vinho na mão

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No meio da crise política no Parlamento, da crise desportiva no Benfica e da crise capilar de Cristina Ferreira, só nos resta uma alternativa: pegar no copo de vinho e partir. Não precisa de apanhar a primeira nave espacial para Marte, basta apanhar o primeiro barco para o Douro. Ou o primeiro comboio para o Alentejo (espere, parece que a crise acabou com quase todas as linhas férreas no Sul). Mas o meio de transporte não é o mais importante. Aqui o decisivo é escolher os melhores hotéis que produzem os melhores vinhos. E marcar umas férias para descansar e provar.

 

3 sugestões para refletir em consciência durante este fim-de-semana de eleições

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Nunca mais é domingo! Nunca pensei escrever esta frase, porque eu gosto mesmo é do sábado, mas sinceramente não aguento mais a campanha eleitoral (valha-nos o “Isto é tudo muito bonito mas…” com o Ricardo Araújo Pereira em grande forma). Por isso, espero ansiosamente pelo dia das eleições e que ganhe… aquele em que eu vou votar, pois claro. Mas, até lá, há que refletir no sábado: longe das notícias e dos comentários políticos. Calmamente, em paz e sossego. E o melhor mesmo é enfiar-se num hotel de charme e deitar a televisão pela janela. E é com essa missão que aqui estou eu, com três sugestões para o fim-de-semana de reflexão para, tal como eu, votar bem e em consciência – ou não. São três lugares em contacto com a Natureza onde o silêncio é rei. Comecemos pelas novidades.

 

1872 river house, a melhor e mais discreta surpresa do porto

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Se gosta de hotéis enormes com mil e uma atividades então pare de ler este post. O 1872 River House não é o seu género. Mas é totalmente o meu. Foi sem dúvida uma das melhores surpresas que tivemos no Porto. Quando decidimos ir à Invicta fazer a nossa rota gastronómica pela Cantina 32, pelo Flow e pelo Gull, escolhemos este pequeno e familiar hotel para passar o fim-de-semana. O meu querido Marido Mistério tem a humildade e o bom senso de me deixar escolher o hotel e eu, modéstia à parte, nasci para isto. Devia despedir-me do meu trabalho e ser contratada pelos melhores hotéis do mundo para experimentar camas, lençóis de algodão egípcio, pequenos-almoços abundantes, casas-de-banho de mármore, enfim… era um trabalho feito à minha medida, mas infelizmente, não sei, porquê, tenho um feeling de que não está para breve.

 

novidade! novidade! a quinta do vallado abriu a incrível casa do rio em vila nova de foz coa

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Já lhe falámos aqui na Quinta do Vallado, um Wine Hotel delicioso no Douro localizado perto da Régua. E não é que esta maravilhosa quinta cresceu? Primeiro, os proprietários quiseram alargar a área de vinhas próprias e, para isso, compraram a Quinta do Orgal, em Castelo Melhor - Vila Nova de Foz Côa. Em 2009 iniciaram a plantação de vinhas. Mas não se ficaram por aqui. E ainda bem. Porque decidiram criar uma extensão do hotel neste cenário de sonho.

 
 

o presente que eu queria para o dia do pai: umas feriazinhas de páscoa aqui

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Isto está a tornar-se ligeiramente constrangedor, mas não me restam muitas alternativas. Faltam cinco míseros dias para o Dia do Pai e eu ainda não vi uma única linha aqui escrita sobre essa data emblemática para a humanidade. Uma única referência. Uma única ideia de presente. Minhas senhoras e meus senhores, estou a ficar ligeiramente desassossegado com este silêncio. São 120 horas. Não há muito tempo para comprar alguma coisa decente. Caprichada. Supimpa, mesmo.

 

o fantástico castas e pratos junto ao douro

Acabei agora de fechar o dicionário e voltei a confirmar aquilo que já desconfiava: "Verão" não é sinónimo de "Algarve". Pode parecer estranho para muita gente, mas o dicionário confirma: não há qualquer relação entre as duas palavras. Resultado: também há Verão noutros locais. E um dos mais fantásticos é o Douro.

Não vou aqui falar dos habituais cruzeiros apinhados de americanos de calções, sandálias, meias brancas, bonés na cabeça e máquinas fotográficas ao pescoço. Vou falar de um restaurante com uma decoração surpreendente e uns petiscos maravilhosos. A partir do Porto, pode lá ir almoçar e voltar. A partir de Lisboa, pode lá ir passar o próximo fim-de-semana, que, estando já no fim de Agosto, deve ter menos gente. Se quiser uma sugestão para dormir, conheça aqui a Quinta do Vallado. Se quiser saber apenas qual o sítio para comer, siga em frente neste post.

 

 

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- Tou?

- Estou, boa noite.

- Tou, então, tudo bem?

- ... Hmm, peço desculpa por estar a incomodar, fala do restaurante Douro In?

- Ah, sim, restaurante Douro In, boa noite.

[É nesta altura da conversa que eu percebo que, das duas uma: ou o empregado me vai cumprimentar à chegada com um beijo na testa, ou então não está habituado a atender clientes...]

- Boa noite [pela segunda vez], eu queria fazer uma reserva para esta noite.

- Sim, sim.

- Somos quatro pessoas e queria perguntar-lhe se ainda tem uma mesa ao pé da janela.

- Claro que sim.

 

 

 

 

O ambiente

Uma hora e meia depois, estávamos nós e um casal amigo a chegar a um dos restaurantes mais bem localizados do Douro. Mesmo em cima da marginal, tem janelas do tecto ao chão e uma vista fantástica. Parámos o carro, entrámos, olhámos para os lados e tivemos a resposta à nossa dúvida inicial: em todo o restaurante, estavam cinco pessoas - nós os quatro e uma empregada. Tirando o constrangimento de ter à nossa volta, durante duas horas, alguém que só tem uma coisa em que pensar - nós -, o espaço é surpreendente: mistura detalhes tradicionais, como as paredes em pedra, com mesas e cadeiras sofisticadas, da autoria de Philippe Starck. É claro que ainda não estamos ao nível do Hotel Mama Shelter, em Bordéus, mas, já que não podemos ter um projecto Philippe Starck, ao menos que tenhamos cadeiras Philippe Starck.

 

 

 

 

 

O serviço

Não sei se foi por sermos os únicos, mas a empregada conseguiu ser extremamente simpática, incrivelmente prestável, esforçadamente rápida e desesperadamente ausente enquanto estivemos a comer - e olhe que num restaurante vazio não é fácil aparecer apenas quando precisamos de a chamar. Tudo isto num dia de semana e com a sala deserta, quando a perspectiva de ir para casa mais cedo estava ali tão perto... 

 

 

A ementa

Presumo que queira começar pelas boas notícias, certo? Calculei... Então aqui vai: a garrafeira é imensa e a oferta de vinhos a copo é enorme, o que é sempre uma boa opção para quem está em crise ou vai a guiar. Nós, que acumulávamos essas duas fantásticas condições, resolvemos deixar-nos de cerimónias e mandar vir uma garrafa de Corpus 2008 tinto muito bom.

Agora, passamos às notícias razoáveis: a comida. Pedimos de entrada uns óptimos míscaros salteados, produzidos de forma biológica numa quinta particular, e um carpaccio de salpicão transmontano com azeite e flor de sal... sofrível. Os pratos principais não surpreenderam: eu escolhi um tornedó três pimentas que estava bem cozinhado, mal passado - o que, neste caso, é bom -, mas trazia um molho um bocadinho intenso demais. As outras três almas à mesa partilharam um bife banalíssimo e um risottto de brócolos e legumes grelhados que cumpria. Para acabar, é preciso manter a tradição no Douro, que é o mesmo que dizer: uma tábua de queijos e um vinho do Porto.

Finalmente, as más notícias: entre pratos partilhados e apenas uma garrafa de vinho, pagámos 125 euros. Se Pedro Passos Coelho sabe disto...

 

 

O Óptimo - a decoração

O Bom - o serviço

O Mau - o carpaccio de salpicão transmontano com azeite e flor de sal

O Péssimo - a conta

 

 

Um bom fim-de-semana para si, especialmente se o for passar ao Douro,

Ele

 

já dormia aqui hoje...

 

Bêbeda de sono. É a única legenda que me ocorre para esta original cama da suite Taylor´s do hotel Yeatman, no Porto. E é assim que espero ficar depois de um programa de visita à caves de Gaia e de um jantar nas margens do Douro. Só estou à espera que Ele se chegue à frente... Para quando um fim de semana na Invicta, meu querido marido mistério?

Ela

quinta do vallado, um refúgio de sonho onde o vinho é rei

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Imagine um hotel moderno, sofisticado, cercado de vinha, ou melhor, de vinho por todos os lados. É uma ilha de emoções. Um paraíso para quem, como nós, adora esta bebida inspirada. E depois há o conceito: Wine Hotel. A expressão em si é música para os nossos ouvidos. Resultado: acordávamos a desejar que fosse meio-dia, a hora que estipulámos de razoável para beber o primeiro copo de vinho branco. A partir daí, entre provas de branco, tinto e portos secos, vintage e tawny, foi a verdadeira loucura.  

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Lá fora

O hotel está dividido em dois edifícios: o histórico, que data do século XVIII, entretanto recuperado, e o novo, do século XXI. Optámos pelo mais recente. Quando chegámos, já perto das oito da noite, depois de vários quilómetros de curva e contracurva, estavam 4 graus. Arrumámos o carro e subimos a escadaria imensa que dá acesso ao hotel, plantado nas típicas encostas das margens do Douro. À nossa esquerda, o edifício construído em 1733 e recentemente recuperado. À direita, o novo, projetado pelo arquiteto Francisco Vieira de Campos, para onde entrámos rapidamente, já com o nariz a congelar.  

Primeiro impacto 

A receção aqueceu-nos a alma. Com paredes e chão de xisto, a decoração é sóbria e elegante. Ao fundo, a miragem das salas e da biblioteca, com as suas três lareiras acesas, pareceu-nos um milagre. Mas todo o encantamento se desvaneceu quando nos anunciaram que não serviam jantares, porque “a taxa de ocupação não justifica”. Gelámos novamente com a perspetiva de ter de voltar a sair. Lá fomos à Régua jantar ao Douro in e regressámos rapidamente para aproveitar o hotel. 

Cá dentro

O quarto é confortável e clean (dispensávamos um gigantesco buraco na parede junto à ombreira da porta), e a casa de banho, toda ela em xisto preto, é minimalista e trendy. A varanda tem uma vista bonita mas não é deslumbrante. A cama dá para mais de duas pessoas (cada um sabe de si! Estou aqui para informar…) e é super confortável. Os lençóis, endredon e almofadas são frescos e macios. Mas onde se estava realmente bem era em frente às lareiras da sala e da biblioteca que tornavam estes espaços os mais quentes e acolhedores da Quinta do Vallado. Por isso, acabámos o dia da melhor forma: a ler um bom livro, com um excelente vinho, ao som do crepitar das chamas e da música ambiente de um discreto iPod colocado numa das mesas da sala.

O pequeno-almoço

No dia seguinte, fomos surpreendidos por um pequeno-almoço de rei: inúmeros pãezinhos, croissants, bolo, fruta variada (até romã!!!), ovos, bacon, presunto, tomate, azeite, manteiga, sumo de laranja natural, queijos, fiambres diversos, mortadela, queijo fresco, compotas caseiras, frutos secos, doce, leite, café, chá, expresso, e até nutella! Ufa! Estava mais para brunch do que para pequeno-almoço, tal era a fartura. Tudo isto servido com requinte e muito bom gosto, numa sala de jantar arejada, com duas janelas enormes que convidam a paisagem a fazer-nos companhia, separadas por uma original lareira suspensa, que aquecia ainda mais o ambiente.

Pormenores que fazem a diferença

No dia seguinte, o pequeno-almoço já foi de príncipe. A "taxa de ocupação" claramente não justificou uma ida ao supermercado. Passou de ótimo a razoável em apenas 24 horas. E a única lareira acesa era a da sala de jantar. As da sala e da biblioteca mantinham as cinzas da véspera. A mesa de jogo da noite anterior permanecia intocável, com os nossos copos de vinho do porto e as chávenas de café por levantar. O serviço, "quando a taxa de ocupação não se justifica", é manifestamente insuficiente, apesar da simpatia dos dois únicos funcionários que nos atenderam durante toda a estada. Por isso, decidimos dar uma ajuda e acendemos nós as lareiras.

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O jantar

Depois da desilusão da primeira noite, ofereceram-nos a hipótese de jantar no hotel no segundo dia. A mesma sala do pequeno-almoço, com a sua lareira suspensa (acesa!) abriu só para nós. O menu era fixo, mediano e caro: por 35 euros por pessoa, comemos uma canja de galinha razoável, um medíocre bacalhau com broa requentado, e um petit gateau com gelado de baunilha de sobremesa. Os vinhos da casa salvaram a honra do convento. Mas, pelo menos, não tivemos de enfrentar o frio lá fora...

O Douro

Os dias foram passados a descobrir a região, linda com as suas inúmeras quintas e paisagens deslumbrantes, sempre com o Douro como protagonista. A que mais me impressionou, não pelo vinho (porque, francamente ao fim de tanta prova, já não distinguia o tawny do vintage, o tinto do branco) mas pela qualidade e o profissionalismo da visita, e pela beleza da propriedade e da vista, foi a Quinta do Seixo, da Sogrape. Cinco estrelas! 

Em memória da Dona Antónia

No último dia, ao final da tarde, regressámos ao hotel para fazermos finalmente a visita às vinhas e à adega da Quinta do Vallado. Num registo mais intimista mas não menos profissional, dada a proximidade que já tínhamos com o nosso guia, um simpático funcionário do hotel. A paixão com que nos contou a história da quinta, pertencente aos herdeiros da mítica Dona Antónia, e nos explicou todo o processo, desde as vindimas ao engarrafamento, fez-nos sonhar com a nossa própria vinha. E decidimos começar a treinar logo ali, tornando-nos peritos na matéria: atirámo-nos a mais uma prova de vinhos.

O bom

A decoração do hotel, a vista

O ótimo

O pequeno-almoço (no primeiro e último dia), as lareiras, a simpatia do nosso guia durante a visita às caves

O mau

O jantar não é brilhante, o serviço é insuficiente quando a "taxa de ocupação não se justifica"

O péssimo

Não há péssimo

 

Um ótimo descanso,

Ela