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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

sabe porque comer chocolate com azeite faz bem à saúde?

À partida, desconfio de todos os estudos que encontro. Mas, no final, acredito sempre naqueles que recomendam ardentemente o consumo de chocolate. E este estudo, publicado há poucos dias, pela Sociedade Europeia de Cardiologia, é tudo aquilo que eu preciso de ouvir para conseguir convencer a minha querida Mulher Mistério a deixar-me fazer mais receitas com chocolate em casa.

Segundo a equipa de cientistas que esteve envolvida nesta pesquisa, a combinação de chocolate preto com azeite extra-virgem tem um efeito poderoso na saúde cardiovascular de toda a gente – até mesmo de pessoas que fumam ou que sofrem de hipertensão. 

Ao longo de 28 dias, um grupo de 26 voluntários (14 homens e 12 mulheres) com, pelo menos, três factores de risco cardiovascular, consumiram diariamente 40 gramas de chocolate preto, o que equivale a quase meia tablete. Durante metade do tempo, o chocolate preto tinha adicionado 10% de azeite extra-virgem. Durante a outra metade, tinha 2,5% de maçã vermelha. Qualquer um dos três ingredientes foi utilizado por estar carregado de antioxidantes que fazem bem ao coração.

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a maneira mais justa de dividir uma pizza, segundo os cientistas

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Há que reconhecer isto com alguma frontalidade: não estamos a atravessar uma fase fácil para a Humanidade. Parece que o Homo Sapiens acabou de entrar na Idade do Armário – e tudo o que sai daquela cabeça é altamente dispensável. A última grande descoberta vem de dois matemáticos da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, que consideraram que a melhor maneira de ocupar o seu tempo era a descobrir a técnica ideal para dividir uma pizza.

Sim, são sete páginas de uma profundíssima investigação científica publicadas na biblioteca da Universidade de Cornell e na New Scientist. São muitas horas de reflexão, são profundíssimas discussões, são variadíssimos gráficos e diagramas. E para quê? Para encontrar a melhor forma de dividir uma pizza – e acabar com as discussões dos seus filhos em casa.

Primeira conclusão: cortar a pizza em triângulos funciona se quiser quatro fatias iguais. Se pretender, por exemplo, seis fatias iguais, a técnica do triângulo já não resulta.

 

 

scones de queijo de cabra com alecrim, o lanche perfeito para um sábado de estudo

Sou a única que já não aguenta testes, questões de aula, mini-testes ou exercícios escritos de avaliação sumativa (havia necessidade de um nome tão maçador?)? Não me interpretem mal. Eu até sou uma mãe exigente (há quem diga que sou demasiado mas não acho nada!) e acho lindamente que os nossos filhos sejam avaliados e muitas vezes. O problema é que quando as crianças têm de estudar, os pais ficam de castigo em casa. Mas para grandes males, grande remédios. E já que tenho de estar em casa para prevenir a bandalheira, vou fazer um lanche especial para animar a nossa prole que fica sempre deprimida em altura de testes. E vou fazer esta maravilha que descobri no blog baker by nature, que demora cerca de meia hora e que é divinal. Só preciso de farinha, fermento, açúcar, sal e pimenta preta, manteiga sem sal, alecrim picado, queijo de cabra e natas. Se quiser saber as doses certas dos ingredientes para fazer 8 scones, espreite aqui a receita original.

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os 5 alimentos que ninguém devia comer (nunca!)

Não basta estar de dieta, como a minha querida Mulher Mistério. É preciso estar atento a cada migalha que coloca na boca. Eu sei que este título pode ser um bocadinho definitivo demais, mas quando temos um artigo da Mother Nature Network a garantir isso, então é capaz de ser melhor pensar duas vezes. E é nesta fase que V. Exa. pergunta: o que raio é que é a Mother Nature Network? Mais conhecida por MNN, é um grupo de media dedicado exclusivamente ao meio ambiente. Fundado pelo teclista dos Rolling Stones, Chuck Leavell, tem como sócios a CNN e o Discovery. E, neste texto, selecciona os alimentos que deviam ser banidos das nossas cozinhas.

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1. O adoçante engorda 

Parece gralha, não é? Pode parecer, mas não é. Um estudo científico recente conclui que os adoçantes artificiais podem levar ao aumento de peso e até ao aumento da glicemia no sangue, causando obesidade e diabetes tipo II. O problema está no facto de o adoçante alterar a forma como o corpo destrói a glucose. O estudo analisou o impacto do alimento no organismo de pessoas que não estão habituadas a tomá-lo.

 

os cinco alimentos mais viciantes e os cinco menos viciantes (segundo o último estudo científico)

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É oficial: a Família Mistério foi mobilizada pela "Generala" cá de casa para trabalhos forçados em prol da sua dieta. Agora é preciso descobrir deliciosas receitas light e todas as dicas úteis para a minha Querida Ela voltar a sentir-se uma verdadeira Dakota Johnson dentro de um vestidinho Saint Laurent encarnado (já agora, o que é que aconteceu ao Yves? Foi banido da marca?).

Como qualquer fiel seguidor, cumpri a minha missão com louvor e descobri aqui os cinco alimentos mais viciantes, aqueles de que Ela tem de fugir com a mesma velocidade com que o Forrest Gump corria pelo campo. As conclusões são de um estudo científico divulgado na semana passada e que, segundo a sua autora em declarações ao Huffington Post, analisou pela primeira vez a relação entre a forma como as pessoas consomem certos alimentos e as propriedades que estes têm. Mas, antes de transformar este blog no American Journal of Science, é melhor passar ao que interessa. E o que interessa é saber quais são os cinco alimentos mais viciantes da prateleira do supermercado e os cinco menos viciantes.

 

 

como fazer o gin tónico perfeito (segundo os cientistas)

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Porque é que os cientistas hão-de estar a estudar a vida em Marte se podem estar a descobrir qual a combinação perfeita para o seu gin tónico? Esta é a pergunta que nos devia apoquentar a todos, civilização moderna, num momento crítico para o futuro da humanidade como este. Eu não quero – nem pretendo – mudar o meu círculo eleitoral para Marte nos próximos anos. E, no entanto, quero – e até pretendo – beber um belo de um gin tónico perfeito para me alegrar o fim-de-semana. 

Foi neste comprimento de onda que o cientista escocês Stuart Bale decidiu dedicar-se ao estudo das bebidas e, mais recentemente, à investigação que a ciência reclamava há muito: qual a fórmula perfeita para fazer um gin tónico? Afincadamente, estudou 120 hipotéticas combinações de gins tónicos com botânicos e frutos diferentes. Analisou a quantidade perfeita de gin para a quantidade ideal de água tónica. Testou copos. E mediu pedras de gelo. O resultado foi anunciado em Setembro.