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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

quais os alimentos que deve comer juntos para ter uma alimentação mais saudável

Ok, já todos sabemos que devemos comer maçãs, peixes gordos, vegetais e carnes brancas. Mas o que está a deixar a minha querida e distinta Mulher Mistério à beira da euforia dietética são as combinações de alimentos mais saudáveis. Recentemente saíram alguns estudos que provam que certos alimentos ajudam o seu organismo a absorver melhor os nutrientes de outros. 

O jornal britânico Daily Mirror falou com vários nutricionistas para analisarem os resultados dos estudos mais recentes e fazer uma selecção das melhores combinações de alimentos para a sua saúde. Por exemplo, sabia que ao comer chocolate preto com maçã está a ajudar a prevenir ataques cardíacos? Imagina porquê? O melhor é descobrir tudo aqui em baixo.

 

Maçã com Chocolate Preto

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Antes que o entusiasmo lhe suba à balança, convém esclarecer que estamos a falar de chocolate preto, saudável e pouco doce, e não daqueles brigadeiros recheados com doce de leite. De qualquer forma, não deixa de ser uma boa notícia.

Porque é que faz bem à saúde?

A casca da maçã tem um palavrão de seu nome quercetina, que basicamente é um flavonóide com propriedades anti-inflamatórias, e o cacau (prometo que vou evitar mais palavrões científicos) tem um antioxidante que ajuda a impedir que as artérias fiquem rijas. Os estudos indicam que, juntos, estes dois alimentos ajudam a desfazer os coágulos que se possam formar no sangue e assim impedir problemas cardíacos.

Como comer?

Experimente derreter o chocolate preto no microondas e molhar lá dentro umas fatias de maçã fresca enquanto vê a sua série preferida na televisão. Não parece nada mal, pois não?

 

qual a quantidade exacta de água que deve consumir por dia

A minha querida e prezada Mulher Mistério chegou cá a casa na semana passada e anunciou, no seu estilo definitivo e catastrofista:

- A partir de agora cada um dos elementos desta família tem de beber, pelo menos, 2 litros de água por dia. 

No meio desta onda de calor que já derreteu metade da minha massa corporal à noite, a Família Mistério aderiu em peso às indicações maternais e trocou os copos desta casa por verdadeiros jerricans que os acompanham para todo o lado: da praia ao cinema.

Perante o exagero, resolvi investigar o assunto. E este artigo do jornal digital Huffington Post foi a minha salvação. Por isso, aqui vai o recado: minha querida Mulher Mistério, não precisamos de beber dois litros de água por dia. E porquê? Por quatro motivos fáceis de explicar:

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o que é que acontece ao seu corpo nos 60 minutos logo a seguir a comer um big mac

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O texto que se segue pode ferir a susceptibilidade de alguns leitores mais sensíveis. E, se calhar, dos menos sensíveis também. Ver, minuto a minuto, como é que o seu corpo reage à entrada de rompante de 509 calorias no seu organismo não é uma imagem bonita. O trabalho foi feito pelo site Fast Food Menu Price que juntou vários estudos para perceber o que acontece por dentro enquanto nós nos estamos a deliciar com um mega-hambúrguer cá fora. Está preparado? O que vai ver não é simpático.

 

7 alimentos que nos fazem perder peso (leu bem, alimentos que emagrecem!)

Há os alimentos que não engordam e há os alimentos que emagrecem. Como é que é? Exactamente isso que acabou de ouvir pelas ondas da Internet: emagrecem. E porquê? Porque estão carregados de água. Parece que está a trincar, mas na verdade está a beber. Um estudo da Universidade de Tóquio acompanhou mulheres que comiam alimentos ricos em água e concluiu que estas mulheres tinham índices de massa corporal mais reduzidos e – a grande preocupação da minha querida Mulher Mistério – uma cinturinha de Sara Sampaio.

A justificação é que a água nestes alimentos enche essa barriguinha faminta e por isso faz comer menos. Ou seja, ao ingerir estes alimentos, não só não engorda como vê o ponteiro da balança a cair vertiginosamente (já estou a exagerar com o entusiasmo). É por isso que já estou a preparar o meu cesto de supermercado para este Verão segundo as dicas do fantástico site Health, que escolheu sete alimentos com, pelo menos, 90% de água.

 

Brócolos

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Além de uma fonte de água, são também uma óptima fonte de cálcio e fibras, uma boa ajuda para lhe transmitir uma sensação de saciedade. E, melhor de tudo, só têm 30 calorias por dose.

 

 

10 dicas surpreendentes para cortar no sal que está na comida

A partir de uma certa idade, uma pessoa tem de começar a preocupar-se com estas coisas. Na verdade, devia preocupar-se em qualquer idade até porque os números são assustadores: em 2010, morreram 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo por causa do excesso de sal; se os portugueses diminuíssem o consumo de sal para metade, salvar-se-iam 6 mil vidas por ano em Portugal, segundo um cálculo publicado na Revista Portuguesa de Hipertensão e Risco Cardiovascular. 

Impressionada? Impressionado? Eu também fiquei (no meu caso, foi "impressionado"). E mais ainda quando percebi que os portugueses (nos quais, consta, eu me incluo) consomem o dobro da quantidade de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Segundo a OMS, cada pessoa não devia comer mais de 5 gramas de sal por dia, o que dá menos de uma colher de chá. Nós comemos 10,7 gramas, o que são quase 2/3 de uma colher de sopa. É claro que podia ser pior: no Cazaquistão come-se 15,2 gramas de sal por dia. Mas temos muito que cortar. E é para isso que estamos aqui hoje – para partilhar estas dicas fantásticas do Buzzfeed para comermos menos sal.

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#1 Adicione o sal só depois de cozinhar

Os alimentos já são naturalmente salgados. Por isso, temperar a comida com sal enquanto está a cozinhar pode levá-lo a acertar no momento em que coloca o sal, mas acabar por ficar com um prato salgado demais no fim, depois de adicionar todos os ingredientes. Além disso, o Buzzfeed dá outra justificação: "Quando tempera a comida mesmo no final, o sal vai tocar as suas papilas gustativas imediatamente e, por isso, vai senti-lo mais do que se estiver misturado com a comida".

 

 

saiu uma nova pirâmide dos alimentos que aconselha a comer quinoa, cuscuz e leite de soja – e proíbe o açúcar

É a grande novidade do ano. Não, não estou a falar da forma correcta de pronunciar o nome Lopetegui. Estou a falar da actualização da Pirâmide dos Alimentos, que, pela primeira vez em 15 anos, foi alterada na Austrália. E porque é que isso lhe pode interessar tanto? Porque é esta pequena imagem que lhe dá as indicações essenciais para ter uma alimentação saudável. E porque, pela primeira vez, a pirâmide prevê alimentos como quinoa, cuscuz, tofu ou leite de soja. E retira outros como o açúcar ou as gorduras saturadas.

Veja aqui as novidades:

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Açúcar e sal nem ver. Já estão naturalmente na comida e, por isso, não devem ser acrescentados quando cozinha. A Nutrition Australia, que elaborou a nova Pirâmide dos Alimentos, recomenda mesmo que toda a gente confirme os rótulos nos alimentos embalados que compra no supermercado – e evite aqueles que têm sal ou açúcar adicionados. O sal e o açúcar são responsáveis pelo aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 ou alguns tipos de cancro. 

 

 

os cinco piores alimentos para os dentes (além dos rebuçados e das gomas, claro!)

Domingo é dia do sábio conselho do Dr. Mistério. É o dia em que, quando está frio, coloco o cachecol enrolado à volta do pescoço e o termómetro enfiado na boca e passo a tarde a gemer e a lamuriar-me com todas as doenças imaginárias que me atormentam. Quando está calor, deixo o cachecol na naftalina e agarro-me ao telemóvel à procura das últimas curas para as minhas maleitas.

Pois, para sua sorte, hoje foi dia de calor, por isso não tem de sofrer aqui com os meus lamentos. Hoje é dia de alertas, soluções, mezinhas e recomendações úteis que nos façam viver até aos 137 anos de vida. De preferência, com os dentes todos. E convença-se de uma coisa: para evitar acabar os seus dias com uma dentadura postiça mergulhada dentro de um copo de água, em cima da sua mesinha de cabeceira, não basta erradicar os rebuçados e as gomas da sua vida. É preciso um pouco mais. Ora veja lá as recomendações feitas pelo jornal digital Huffington Post depois de ter ouvido os maiores especialistas em medicina dentária.

 

Pão

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O açúcar não está só nos chupa-chupas. "Uma vez que começa a mastigar [pão], as enzimas na sua saliva quebram os amidos que se convertem em açúcar quase instantaneamente". O alerta é feito ao Huffington Post pela Dental Departures, uma empresa especializada em turismo dentário. À medida que vai mastigando o pão, este transforma-se numa pasta doce e mole que facilmente se cola aos espaços entre os dentes, originando o aparecimento de bactérias e cáries. As batatas fritas de pacote e os aperitivos são iguais.

 

 

os 5 alimentos que ninguém devia comer (nunca!)

Não basta estar de dieta, como a minha querida Mulher Mistério. É preciso estar atento a cada migalha que coloca na boca. Eu sei que este título pode ser um bocadinho definitivo demais, mas quando temos um artigo da Mother Nature Network a garantir isso, então é capaz de ser melhor pensar duas vezes. E é nesta fase que V. Exa. pergunta: o que raio é que é a Mother Nature Network? Mais conhecida por MNN, é um grupo de media dedicado exclusivamente ao meio ambiente. Fundado pelo teclista dos Rolling Stones, Chuck Leavell, tem como sócios a CNN e o Discovery. E, neste texto, selecciona os alimentos que deviam ser banidos das nossas cozinhas.

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1. O adoçante engorda 

Parece gralha, não é? Pode parecer, mas não é. Um estudo científico recente conclui que os adoçantes artificiais podem levar ao aumento de peso e até ao aumento da glicemia no sangue, causando obesidade e diabetes tipo II. O problema está no facto de o adoçante alterar a forma como o corpo destrói a glucose. O estudo analisou o impacto do alimento no organismo de pessoas que não estão habituadas a tomá-lo.