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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

quem quer dormir numa casa na árvore em pleno centro de londres com vista para o tamisa?

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Nunca a expressão “selva urbana” fez tanto sentido. Imagine que está a fazer um safari mas no coração da capital britânica. Pois é possível fazer isso mesmo ainda esta semana. A ideia partiu da agência de viagens Virgin Holidays que decidiu recriar uma típica casa da árvore de luxo sul-africana em pleno centro de Londres. A instalação, que foi montada na margem sul do rio Tamisa, dura apenas uma semana e inspirou-se nos quartos em cima das árvores da reserva Lion Sands Game, na África do Sul.

 

 

as férias de sonho que um dia vamos fazer (nem que seja já cheios de netos)

Zâmbia? Porque que raio?, vai Ele perguntar-me. Um país tão distante dos circuitos turísticos, que está sempre no fim das listas de países por ordem alfabética? Eu explico, ou melhor, eu mostro.

 

 

as mais incríveis e surpreendentes casas nas árvores

Esqueça as rudimentares casas nas árvores da nossa infância. Estas maravilhosas suítes ao ar livre na reserva Lion Sands Game, em pleno coração da África do Sul, oferecem aos hóspedes mais corajosos uma experiência única: dormir sob as estrelas mas sobre os mais variados e perigosos animais selvagens. É tentador: jantares regados a champanhe, uma vista de sonho de 360 graus, massagens relaxantes depois dos safaris, duches ao ar livre, mas com… leões ameaçadores a rugir por baixo de si.

A casa na árvore da foto em cima chama-se Chalkley, em homenagem ao fundador desta reserva, Guy Audrey Chalkley. Foi a primeira a ser construída, há 60 anos, para ser uma plataforma onde os fotógrafos podiam apanhar o melhor ângulo da savana africana. Mas com o tempo, ganhou uma cama para duas pessoas, um lavatório, garrafas com água a ferver, mesas, cadeiras e outros luxos. Seguiram-se mais duas "treehouses". Mal chegam ao quarto, os hóspedes destas casas sem teto nem paredes são convidados a encherem-se de repelente de insetos, a acenderem as tochas que decoram a suíte e a ligarem uns walkie talkies (deve ser para estarem sempre contactáveis, que medo!) enquanto leões, tigres e hienas caçam as suas presas mesmo ali em baixo.

Guy Aubrey Chalkey costumava dizer à sua neta quando dormiam ao relento sob a imensidão de estrelas: "Nunca receies o rugir de um leão. Quando não o ouvires, é que deves ter razão para te preocupares". Por isso, uma noite descansada tem de ter obrigatoriamente uma banda sonora de fundo. O amanhecer no rio Sabie, mesmo ali ao lado, é imperdível e o fim de tarde aqui é naturalmente inesquecível. O mais provável é aparecer-lhe uma manada de elefantes ou um grupo de girafas para beber consigo um copo enquanto assistem ao mítico pôr-do-sol africano. Pode obviamente pedir para lhe servirem o jantar no quarto, mas depois, fica por sua conta e risco. Mas não se preocupe, porque tem walkie talkies para qualquer emergência (Deus me livre!).

Quem arriscava uma aventura destas? Sinceramente, não sei se teria coragem!

Bom fim de semana,

Ela