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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

como fazer as sardinhas grelhadas perfeitas segundo o chef nuno mendes

Cada vez que algum britânico pensa em comida portuguesa, sonha com Nuno Mendes. Chef do novíssimo Mãos e do Taberna do Mercado, ambos em Shoreditch, Londres, Mendes é uma referência da cozinha internacional. Já ganhou uma estrela Michelin, sempre viveu no estrangeiro, é presença habitual em alguns dos mais prestigiados jornais internacionais, tornou-se uma lenda para várias estrelas internacionais, mas nunca deixou de falar de Portugal.

Todos os seus restaurantes em Inglaterra têm nomes portugueses e, no início deste ano, lançou em inglês o maravilhoso livro Lisboeta onde conta as maravilhas da comida portuguesa e partilha as suas receitas favoritas. É claro que nós já comprámos essa preciosidade e, lá no meio, encontrámos uma fabulosa e obrigatória receita de sardinhas assadas. Em véspera de Santo António, é isto mesmo que vou fazer hoje cá em casa. 

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A maior surpresa da receita é a forma como o chef prepara as sardinhas. Vamos lá saber: qual é a maior chatice de uma sardinha assada? As espinhas, claro. Pois bem, como em criança Nuno Mendes se engasgou com uma espinha, não faz as sardinhas inteiras, como é tradição em Portugal. Primeiro, corta-as ao meio e retira-lhes as espinhas, depois recheia-as com folhas de louro, casca de lima e limão e talos de coentros picados. Só então é que as sardinhas vão a assar na grelha.

No final, acompanham com uma divinal salada de pimentos assados com cebola e um molho de azeite, salsa e coentros. Mas o melhor é ver a receita e depois comprar o livro que é inacreditável, com histórias magníficas, receitas divinais e fotos deslumbrantes de Lisboa.

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espetadas de batata doce com queijo derretido no forno, o acompanhamento de sonho para os santos populares

Época de Santos Populares cá em casa não é só época de sardinhas, bifanas e caracóis. É também época de batata doce assada no forno. Pensando bem, cá em casa a época de batata doce assada no forno dura o ano todo: começa com as receitas light da dieta de Ano Novo, continua com as batatas (doces) assadas no forno dos Santos Populares e acaba com as batatas doces gratinadas do Natal. Qualquer pretexto serve para fazer uma deliciosa batata doce macia por dentro e crocante por fora, com aquele sabor irresistível e viciante que contrasta na perfeição com qualquer alimento salgado.

Mas como diria o meu prezado Sogro Mistério, Basta de conversa! (Ele diz isto especialmente quando estou eu a falar...) É altura de agir! E cá em casa acção é sinónimo de fogão. Foi, por isso, exactamente aí que eu preparei esta verdadeira maravilha da cozinha: uma fabulosa espetada de espiral de batata doce assada no forno com alho, parmesão ralado e alecrim. Pense bem como é que esta delícia fica a acompanhar umas sardinhas assadas... Ou um entrecosto... Ou umas bifanas... Ou uns meros caracóis... Ou... Basta de conversa! É altura de agir!

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novidade! novidade! há uma nova esplanada em marvila que vai ter um arraial tranquilo para os santos

Chama-se Cantinho com Calma e é a mais recente esplanada de Lisboa. Abriu na semana passada, mesmo em frente ao Cantinho do Vintage, em Marvila, aquela fabulosa loja de artigos antigos que vão desde cabines telefónicas (sim, houve um tempo em que não existiam telemóveis) a velhas balanças amarelas iguais às que existiam nas farmácias (lembra-se?), passando, claro, por produtos mais pequenos que a minha querida Mulher Mistério me deixaria ter em casa (especialmente em momentos de profunda distracção). O espaço nasceu de uma parceria entre este maravilhoso Cantinho do Vintage e o fantástico Café com Calma, que nós adoramos e ao qual nunca nos cansamos de voltar.

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O Cantinho com Calma fica mesmo em frente ao Café, dentro do parque de estacionamento do Cantinho, e é lá que vai acontecer aquele que, para nós, é o arraial de Santo António mais promissor do ano. Em primeiro lugar, é organizado por um espaço que faz questão de colocar a palavra "calma" em cada um dos seus projectos, o que, em noite tresloucada de turbas desesperadamente à procura de mais uma gota de álcool, é, no mínimo, reconfortante. Depois, porque o Cantinho com Calma é dos sítios com mais charme de Lisboa. E finalmente porque Marvila é Marvila – aquela fantástica combinação de velho e novo que tem uma alma única em Lisboa.

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É evidente que, no meio de tanta expectativa, não consegui esperar pela noite de Santo António e fui direitinho aproveitar um dos raros momentos de sol que esta Primavera teve para nós para me sentar à frente de uma fantástica sangria e de uma taça de caracóis.

 

 

6 dicas para escolher as melhores sardinhas nos santos populares

Está oficialmente aberta a época da sardinhada. É sexta-feira, começou o mês de Junho e está a aproximar-se vertiginosamente esse fatídico dia 12, quando são consumidas umas impressionantes 13 sardinhas por segundo nas ruas de Lisboa (pelo menos 10 serão minhas).

Eu, por mim, não dispenso uma grande sardinhada, com as sardinhas gordas e anafadas a largar gordura por todos os poros para cima de uma boa fatia de pão saloio, e acompanhadas por uma incrível salada de pimentos assados. No fim da noite, é comer aquele pão carregado de gordura até rebentar. Eu sei, há coisas mais dietéticas, mas eu não consigo resistir. Amanhã prometo que corro a meia maratona para compensar.

A grande dúvida é como escolher as melhores sardinhas. Seja para assar, seja para comer. Tente sempre ver o peixe antes de este ser cozinhado. E repare nestes seis detalhes:

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sabia que há 100 anos comia-se torradas com café com leite na noite de são joão?

PRAÇA DA LIBERDADE E AVENIDA DOS ALIADOS - 1960

Não estamos a falar do pequeno-almoço, estamos mesmo a falar da tradição na noite da festa. Segundo o escritor e investigador Hélder Pacheco, citado pela revista Visão, as sardinhas são uma moda recente, importada de Lisboa. Só terão chegado ao Porto na década de 1940, "com a realização da primeira Feira Popular, no Palácio de Cristal”. Antes, havia uma tradição radicalmente diferente na noite de São João: "Na véspera, comiam-se torradas à meia-noite e bebia-se café com leite”. No próprio dia, então, assava-se o anho, num tabuleiro de barro, acompanhado por umas batatinhas.

Mas esta não é a única surpresa da maior festa do Porto.

 

 

a grande novidade dos santos populares este ano: um arraial anos 90 em lisboa

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Se viveu os anos 90 com um blusão de ganga no lombo e o Beverly Hills 90210 no leitor de VHS, então este é o arraial dos Santos Populares com que sempre sonhou. Aqui há o Pequeno Saúl a cantar o Bacalhau Quer Alho, aqui há óculos escuros redondos às cores, aqui há Power Rangers em palco, aqui há música pimba à fartazana e aqui há surpresas que o vão teletransportar directamente para o tempo das Peta Zetas. 

Os Santos Noventeiros é a grande novidade do ano no que toca a arraiais dos Santos Populares em Lisboa. A organização é da mais exclusiva e misteriosa empresa de eventos do momento. Chama-se Revenge of the 90s e organiza festas exclusivas sobre os anos 90, em Lisboa. Ninguém sabe onde é que as festas acontecem e só se pode entrar por convite. Para se candidatar a um convite, tem de escrever "Eu" cada vez que uma nova festa é anunciada na página de Facebook dos noventeiros. Depois é esperar que seja escolhido.

 

ovos no churrasco?! a receita que vai revolucionar os seus santos populares

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Um ovo inteiro com casca e uma grelha de churrasco são elementos tão próximos como Donald Trump e o Dalai Lama. E, no entanto, o sempre respeitável jornal The Huffington Post publicou há uns dias uma receita que vai provocar um verdadeiro tornado dentro de todas as cabeças conservadoras deste mundo: uns revolucionários ovos assados no churrasco. Com casca e tudo. É só colocar os ovos em cima da grelha e esperar uns simpáticos dez minutinhos.

O resultado é uma clara cozinhada na perfeição e uma gema ainda semi-líquida. Além disso, vai notar um ligeiríssimo sabor a fumado vindo da grelha. Segundo a autora da experiência – que já adoptou os ovos no churrasco durante o Verão –, os ovos ficam muito mais saborosos do que se forem simplesmente cozidos em água. E ainda ganham umas marcas da grelha na clara, exactamente no sítio em que os ferros ficam em contacto com a casca.

 

 

onde comer os melhores caracóis de lisboa

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A minha querida Mulher Mistério é uma pessoa fácil de agradar – graças a Deus! Basta ser recebida num restaurante com um:

– Olá, minha linda!...

...para imediatamente eleger esse como o melhor serviço do mundo. E o melhor serviço do mundo foi coroado na semana passada, com distinção e louvor, no Filho do Menino Júlio dos Caracóis. Esse mesmo. Não o Júlio, não o Menino Júlio, mas o próprio do Filho do Menino Júlio, que por acaso também se chama Júlio.

Eu sei que é difícil de acompanhar, mas faça um esforço, porque este é, sem margem para dúvidas, um dos melhores sítios para comer caracóis em Lisboa. (Antes de correr para o Facebook para me chicotear em público por causa das enormidades que digo, repare que eu disse "um dos melhores" por isso tenho aqui alguma margem para clemência).

Todos os anos, eu pego na populosa Família Mistério e vou em romaria até este paraíso dos caracóis. Os meus prezados Filhos Mistério são absolutamente viciados no petisco – contam os dias até à abertura da época. E, na semana passada, estreámos esta verdadeira delícia da natureza.

 

 

os 3 arraiais dos santos populares que não pode perder este ano em lisboa...

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São as novidades mais originais do Santo António, em Lisboa. O chef Chakall vai fazer um arraial semi-sul-americano nas ruas de Marvila, o Xafarix vai dar uma festa especial de rua durante três dias para comemorar os 30 anos do bar e Kiko Martins volta a juntar-se ao mítico Sr. Oliveira, do quiosque do Príncipe Real, para fazer um bailarico com algumas das especialidades do Talho e da Cevicheria.

Não quer nada disto e prefere os clássicos? Também temos arraiais para si. Veja em baixo.

 

3 formas de manter a alface fresca durante 10 dias no frigorífico

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Cada vez que olho para as alfaces desta casa, no final de cada semana, lembro-me sempre das bandeiras do Sporting no final da época. Não é que a cor mude, mas as folhas estão claramente mais murchas e sem aquele aspecto delicioso do início da semana. Especialmente agora, no Verão, quando se consome salada nesta casa ao ritmo a que a Mota-Engil contrata ex-políticos.

Foi, por isso, com a mais profunda e sincera satisfação que descobri estas três extraordinárias dicas do sempre sábio site The Kitchn. Tudo para conseguir conservar a alface fresca e verdinha, durante 10 dias, no frigorífico. Ou os espinafres. Ou os agriões. Ou a rúcula. Ou os canónigos. Ou qualquer outro verde que goste de juntar à salada. E a primeira é totalmente inesperada.

 

as melhores sugestões para fugir à confusão do são joão: três hotéis de sonho perto do porto

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Está quase a chegar esse dia emblemático em que pôr um pé numa rua do Porto é sinónimo de levar com um martelo na testa. Eu sei, é duro sobreviver ao São João depois dos 20 anos. Eu consigo, mas é preciso muito treino de ginásio. E é por isso que hoje temos aqui três maravilhosos hotéis, perto do Porto, para onde pode emigrar durante os Santos Populares.

 

 

o melhor (e mais tranquilo) sítio para jantar em alfama na noite dos santos populares

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Chegou o dia da verdade. Quando os filhos se juntam para nos convencer a ir aos santos populares, quando os amigos se unem para nos desafiar a ir até Alfama, quando todas as forças do universo nos empurram para o meio da confusão. Não é fácil resistir a esta poderosa atracção pelo abismo, aquele momento decisivo em que sabemos que um sim vai significar ter o pior jantar do ano e no entanto...

...e, no entanto, é para isso que nós estamos aqui. Para lhe sugerir um spot maravilhoso, mesmo no centro de Alfama, onde tudo é um bocadinho menos caótico do que o habitual.

 

 

está resolvido o drama dos santos populares: como tirar a pele dos pimentos assados sem se queimar (e sem perder o sabor)

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Sardinha sem salada não é sardinha. Salada sem pimento não é salada. E pimento sem as mãozinhas a arder enquanto se tira a pele não é pimento. Já sei que há sempre a solução habitual: colocar os pimentos por baixo da torneira, com a água fria a correr, e ir tirando a pele com os dedinhos semi-escaldados. Mas tenho uma triste notícia para o grupo da torneira: a água fria a correr aniquila todo e qualquer sabor que o pimento tenha. É aquilo a que se pode chamar um genocídio culinário. E é por isso que existe uma solução mais saborosa, mais eficaz e mais conservadora da saúde dos meus dedinhos sapudos.

Se assar os pimentos na brasa, pincele-os com um pouco de azeite e ponha-os em cima da grelha, rodando-os de vez em quando para grelharem de todos os lados.

Se os assar no forno, corte-os primeiro ao meio e retire as sementes. A seguir, pincele-os com azeite e ponha-os com a pele para cima sobre uma folha de papel vegetal num tabuleiro, cinco a dez centímetros abaixo do grelhador. Ligue o grelhador do forno durante uns 10 minutos. 

Quando a pele começar a ficar tostada, retire-os e coloque-os logo dentro de um saco de plástico para congelar bem fechado. O calor vai fazer a pele soltar-se dos pimentos. Quinze a 20 minutos depois estão prontos. Quando abrir o saco, os pimentos estão mornos e a pele sai como se fosse uma folha de papel. Além de tudo, vai ver que o sabor não tem nada a ver.

 

Uma boa sardinhada para si onde quer que os pimentos estejam,

Ele

 

foto: the kitchn

o melhor sítio para comprar sardinhas em lisboa

São as marchas populares a sair à rua e eu a entrar em casa. Para mim o Santo António é como o perú de Natal: morre de véspera. Não é que não goste de festa. Mas, se tivemos arraiais durante toda esta semana, porque é que haveríamos de escolher logo o dia com mais gente?

Posto isto, foi preciso encontrar uma solução alternativa para quatro bocas insaciáveis a salivar por sardinhas, saladas de pimentos, churros, farturas e outras comidas suficientemente calóricas para fazer sorrir o Fernando Mendes e o José Carlos Malato à mesma mesa. E a solução foi um arraial caseiro: com churrasco, com sardinhas, com salada, com orégãos, com pimentos, com sangria, com cerejas e com tudo a que temos direito. Hoje vou falar das sardinhas; quando Portugal entrar em campo falamos da sangria, que é um óptimo acompanhamento para o jogo da selecção.

 

os dois melhores arraiais de lisboa

Lisboeta que se preze sai à rua esta semana. Para uma “jola”, uma sardinha, um pão com chouriço, um manjerico, um bailarico, uns empurrões, filas intermináveis e um bom banho de multidão. Desde que se vá embuído do espírito popular e de uma paciência de santo, a diversão é garantida. E quais os arraiais que não vamos perder? Já que não conseguimos ir a todos, há dois obrigatórios: o da Vila Berta e o da Bica.

A Vila Berta, uma histórica vila operária, na Graça, regressou em grande às Festas de Lisboa em 2010, e de ano para ano tem vindo a conquistar fãs. De 9 a 15 de junho, os moradores, amigos e vizinhos decoram o bairro e convidam ao bailarico pela noite dentro, com sardinhas na brasa, bifanas e petiscos, imperiais fresquinhas, rifas, manjericos, luzes, grinaldas, lanternas, canteiros arranjadinhos, bares, mesas e cadeiras, chuva de balões e velas acesas no altar do Santo António. No ano passado, até uma carrinha de gelados Santini (a famosa Vantini) tinha! Este ano, já lá está estacionada! O dia de hoje e o último dia (15 de junho) são dedicados às crianças, com animação e jogos alusivos à quadra, desde o meio-dia até à meia-noite. Além disso, este ano o arraial tem um cariz solidário: leve uma embalagem de arroz ou outro artigo alimentar e deixe no posto de recolha da Junta de Freguesia localizado na entrada do bairro. 

A Bica é o arraial verdadeiramente vertical, no sobe-e-desce do percurso do elevador, entre a tradição bairrista e o ritmo dos bares quase sobre carris que fazem as noites de um dos bairros mais animados da capital. Com o Bairro Alto logo ali, a Bica é um corrupio de sardinhas, febras, baile e a festa que se faz dentro e fora de portas de cada espaço. Vê-se de tudo: atores de novelas da TVI e artistas intelectualóides tentam passar despercebidos no meio dos populares, músicos de jazz deixam-se embalar pelos acordes do bailarico, onde mulher dança com mulher e homem com homem, numa tradição que ultrapassa todas as recentes lutas embandeiradas pelas cores do arco-íris. Há festa durante todo o mês e também aqui é impossível não se deixar contagiar pelo ambiente e pela animação.


Do que é que está à espera? Venha daí, deixe a preguiça em casa e saia à rua. Venha divertir-se a sério. De preferência antes de quinta-feira, que aí é a loucura.

E vivam os Santos Populares, 

Ela