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Casal Mistério

Casal Mistério

quadrados de chocolate, caramelo e maltesers, a sobremesa que vai devolver a felicidade ao meu querido marido mistério

08.06.17

Vou confessar aqui e agora um facto da nossa vida íntima familiar: o meu querido Marido Mistério anda com um feitio insuportável. Está impossível de se aturar. OK. Nós percebemos que esteja cheio de trabalho, que há dias em que apetece matar alguém, tudo bem. Os nossos queridos Filhos Mistério e eu somos super compreensivos e tolerantes, mas já estamos a começar a enlouquecer com tamanho mau feitio. Será andropausa precoce? Não sei, deve ser um desequilíbrio qualquer hormonal, ou se calhar é fome, coitado. Porque na Mansão Mistério acontece um fenómeno que me transcende (ou talvez não!): eu faço dieta mas Ele é que emagrece.

Por isso, pesquisei, pesquisei, procurei e voltei a procurar e finalmente encontrei no blog The Whimsical Wife a receita que vai devolver o sorriso ao meu estimado Marido Mistério! Isto porque Ele é fanático, se não mesmo doente, por Maltesers. Por isso, com a ajuda do nosso mini-misterioso com vocação para chef vou tentar fazer-lhe esta surpresa hoje à noite.

Só precisamos, para a base de bolacha, de bolachas, claro (pode ser digestive, por exemplo), manteiga derretida e coco desidratado. Para o recheio de chocolate, precisamos de chocolate preto derretido, natas e Maltesers partidos. Para o recheio de caramelo, tivemos de comprar leite condensado, mais natas, xarope de ácer e sal. Finalmente, ainda precisamos de chocolate de leite derretido para o topping e mais 20 Maltesers para decorar.

Se quiser saber as quantidades certas de cada ingrediente, para 24 quadradinhos, espreite aqui a receita original.

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depois da polémica sobre o nome, vamos ao que realmente interessa: come-se bem no café colonial?

08.06.17

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Não sei exactamente o que é que pode levar alguém lúcido a chamar Café Colonial a um restaurante em pleno século XXI. Mas também não perco mais de 20 segundos a pensar se o proprietário do restaurante tem uma colecção de chapéus do Mouzinho de Albuquerque em casa.

O nome é infeliz? É. Mas não é por causa de um nome infeliz que depreendo que o proprietário gostaria mesmo era de estar a beber um gin tónico, na baía de Luanda, enquanto era abanado por meia dúzia de indígenas com folhas de bananeira nas mãos. Tal como não depreendo pelo nome que os donos da Casa das Ratas são feministas convictos. Ou que os sócios do Querido, o Jantar Está Pronto são perigosos machistas que defendem que as mulheres nunca deviam ter saído da cozinha. Também não acredito que a tasca Larga a Velha nasceu para perseguir a terceira idade. Ou que o Restaurante do Alívio é um urinol público.