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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

é a mais importante descoberta científica da década: afinal, a cerveja ajuda a emagrecer

Temos de concordar numa coisa: existe uma obsessiva perseguição contra a cerveja entre os defensores da dieta. Senão explique-me lá uma coisa: por que é que a cerveja há-de ser o único alimento associado à engorda numa parte específica do corpo? Por que raio é que ninguém diz "Estás com barriga de batatas fritas" e há-de dizer "Ai, essa barriguinha de cerveja!"? Por que motivo absurdo não existem as "ancas de pizza", as "coxas de cachorro quente" ou o "rabo de hambúrguer do McDonald's" e, desde que nascemos, somos massacrados com a maldita "barriga de cerveja"?

Pois bem, agora essa perseguição acabou! A minha querida Mulher Mistério jamais voltará a olhar-me de sobrolho franzido cada vez que eu abrir a terceira mini antes do jantar. E porquê? Pimeiro porque uma cervejinha gelada é das melhores coisas da vida, depois porque um grupo de cientistas da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos, concluiu que o xanthohumol, um flavonóide presente no lúpulo e na cerveja, pode ajudar a perder peso.

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O xanthohumol (vou repetir este palavrão as vezes que forem precisas para credibilizar este texto) é quase um agente milagroso. Além de ajudar a emagrecer, ainda previne o cancro, fortifica o cabelo (coisa que já me dá um certo jeito) e é anti-inflamatório. Nas mulheres, ainda reduz os sintomas da menopausa.

Mas o que mais haverá de interessar à minha querida Mulher Mistério é a capacidade dietética do xanthohumol. Numa experiência feita com ratos de laboratório, aqueles que ingeriram elevadas quantidades de xanthohumol engordaram menos 22% do que os outros, apesar de terem sido submetidos à mesma dieta calórica. Além disso, ainda reduziram o mau colesterol em 80%.

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Agora outra prova da conspiração mundial contra a cerveja: este estudo já foi feito há dois anos e, no entanto, a cerveja continuou a ser injustamente rotulada como má para a dieta. Está certo que, para ingerir a mesma quantidade de xanthohumol que os ratos ingeriram, e que os levou a emagrecer, eu teria de beber qualquer coisa como 3.500 imperiais por dia. Daquelas grandes. Em caneca. E eu costumo ficar-me pelas três minis por noite. Mas posso sempre tentar. Afinal, faço qualquer sacrifício para emagrecer.

 

Uma óptima dieta para si onde quer que a cerveja esteja,

Ele

 

fotos: pixabay