“Toca o despertador às sete da manhã e a boa dona de casa não pode gozar, um pouco, esse calor delicioso da cama que parece prender-nos e desviar-nos dos nossos deveres matinais. Há os banhos de toda a família a preparar, (…) os pequenos-almoços, os sapatos (…), o casaco do marido que perdeu um botão, etc., e todos os mil pormenores que dependem dela”.
