Até então, privilegiava-se a quantidade em vez da qualidade.
Não havia uma verdadeira separação entre momentos da refeição (entradas, pratos principais e sobremesas doces), os vegetais eram considerados indigestos e sem quaisquer benefícios para a saúde e as ervas aromáticas eram quase desconhecidas.
As refeições da nobreza eram essencialmente baseadas em carnes cozidas, adocicadas e carregadas de especiarias.
