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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

lombos de bacalhau crocantes com molho de queijo derretido, um jantar delicioso e fácil de fazer

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Há momentos que não se explicam, vivem-se! Ver o nascer do Sol na savana africana, subir ao topo do Kilimanjaro, trincar um ingrediente crocante por fora e macio e suculento por dentro. Aquela sensação única do estalar da cobertura a caminho da suavidade do recheio... Aquele prazer inexplicável do contraste de texturas e de sabores... Aquela...

...Aquela nada, que eu já estou a babar como se tivesse as cataratas do Niagara implantadas no céu da boca. Se acha que eu estou para aqui a falar de mousses de chocolate ou de pavlovas de merengue, está profundamente enganado. Estou a falar de um petisco fácil e divinal. De uma receita simples e deliciosa. De um jantar para a família ou para os amigos: uns fenomenais lombos de bacalhau cobertos por uma crosta crocante e acompanhados por um molho de queijo derretido.

Quando a Riberalves nos desafiou a criar receitas originais com os seus deliciosos lombos de bacalhau pronto a cozinhar, eu enfiei-me na nossa Cozinha Mistério a experimentar os mais inesperados almoços e jantares com bacalhau. E este foi eleito, pela Família Mistério, o mais delicioso de todos. É fácil e rápido de fazer. E tanto dá para um jantar de família, a um dia de semana, como para um programa especial ao fim-de-semana.

 

 

 

o pior bife que já comi na vida está na portugália do chiado

O meu pai costumava contar uma história que nunca soube se era verdade. Um dia, entrou na Cervejaria Portugália, em Lisboa, e pediu um bife com molho à Portugália. Entusiasmado, o empregado sossegou-o:

– Está com sorte, hoje foi dia de fazer o molho.

Eu sempre desconfiei da veracidade da conversa e passei anos a entregar-me nos braços de um bife que se autoproclamava como "o bife mais famoso de Portugal e reconhecido nos quatro cantos do mundo". Confesso que nunca vi motivos para tanto entusiasmo, mas também nunca tive uma experiência traumatizante nos vários restaurantes da Portugália que já visitei. Até à semana passada.

Faminto e gelado, corri à hora do almoço para o balcão da Portugália, nos Armazéns do Chiado, em busca de um bife suculento e saboroso. Já não pedia "um sabor inconfundível e uma maciez inimitável", como é prometido no site do restaurante. A mim bastava-me um bife tenrinho e mal passado. E já agora, se também fosse possível, quente.

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como fazer o melhor molho para o seu peru de natal, segundo o gordon ramsay

O Gordon Ramsay é o meu Pai Natal. Não me entra em casa pela chaminé com um saco cheio de presentes, mas entra-me pelo computador com um site cheios de receitas. Sempre que eu preciso de inspiração, ele está lá, bem mais calmo do que nos seus programas de televisão, pronto para me ajudar a brilhar à mesa.

Este ano, vou fazer um dois em um: esta espectacular receita de peru do Jamie Oliver combinada com o fabuloso e facílimo molho do Gordon Ramsay.

Tudo o que vou precisar é de aproveitar os sucos e os restos de gordura caramelizada do peru assado, 200 ml de Vinho do Porto, 4 colheres de sopa de farinha, 350 ml de caldo de legumes, um raminho de alecrim, um raminho de tomilho, 2 colheres de sopa de nozes tostadas e uma pitada de paprika. 

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como fazer o molho pesto perfeito em casa

É impressionante como é que um molho tão delicioso pode ser tão fácil de fazer. E depois fica bem com tudo: numa salada de tomate, numa massa, por cima de uns peitos de frango, a temperar um peixe... o que quer que o pesto toque vira delícia.

Desde que comecei a semear as minhas queridas ervas aromáticas em casa que eu tenho sempre manjericão fresco da horta. E faço invariavelmente o meu pesto caseiro. A minha receita preferida é esta simples e rapidíssima receita do site The Kitchn. Tudo o que precisa é de dois molhos de folhas de manjericão frescas, um dente de alho, 60 g de pinhões tostados, queijo parmesão ralado, azeite extra virgem e flor de sal. Para saber as quantidades certas de cada ingrediente, consulte a receita original aqui.

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como fazer a batata doce mais fácil de todas

É de receitas como esta que é feita a minha modesta felicidade: simples, rápidas e light. Melhor do que isto só ter visto ontem a Bélgica a ganhar à França. Mas, enfim, como não ganhou, tenho de me contentar com o que há e depositar todas as minhas esperanças na vitória de Inglaterra ou da Croácia, no domingo. Até lá, resta-me fazer esta facílima receita do site The Kitchn que produz umas belíssimas e saborosas rodelas de batata doce em apenas 10 minutos.

Por cima levam um fabuloso molho feito com mel, azeite, coentros, flor de sal, sumo de lima espremido no momento e molho picante (o The Kitchn sugere molho Sambal Oelek mas, se não encontrar, pode substituir por Tabasco). Para saber as quantidades certas de cada ingrediente, consulte a receita original aqui.

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porque é que não deve deitar fora a água onde coze a massa (nunca, jamais, em tempo algum!)

Confesse lá: acaba de cozer a sua massa e a primeira coisa que faz é deitar a água toda para o lava loiças, não é? E, às vezes, até deixa a massa dentro do passador a repousar durante um bocadinho, certo?

Pois bem, esse é um dos grandes erros que pode cometer quando está a cozinhar um bom spaghetti. Ou um tagliatelle. Ou qualquer outra massa. A água onde a massa é cozida é aquilo a que os chefs italianos chamam o líquido de ouro. Apesar de ficar turva e com um ar meio sujo, aquela água é essencial para fazer um molho cremoso e saboroso.

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peitos de frango com molho de queijo oriental, um jantar incrível para fazer em meia hora

Esta receita do blog Family Food on the Table pode ser ligeiramente picante (nada como uma boa refeição picante para apimentar uma relação, não é verdade?) ou não. Depende de si, dos seus gostos ou das suas necessidades. Se não gostar de picante (confesso que também não sou grande fã) pode cortar no piripíri e nos pimentos jalapeños. Agora tem de experimentar esta receita, porque esta maravilha com um arroz branco a acompanhar vai colocar um sorriso de felicidade nessa cara cansada de sexta-feira à tarde.

E só demora 35 minutos a fazer. Para isso, vai precisar de azeite, peitos de frango limpos, sal, pimenta preta, piripíri, cominhos, uma cebola picada, pimentos jalapeños (sem sementes) picados, alho picado, caldo de galinha, queijo creme e queijo cheddar ralado.

Se quiser saber as quantidades certas de cada ingrediente, para 4 pessoas, espreite aqui a receita original.

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como fazer as coxas de frango mais estaladiças do planeta

Grelhar no churrasco? Não. Assar no forno? Nope. Fritar ao estilo Kentuky Fried Chicken? Não, senhor. Nada disso. Esqueça todas as maneiras de cozinhar frango ensinadas pelo saudoso Chefe Silva. O fabuloso site Food52 encontrou a forma mais fácil, mais deliciosa e mais estaladiça de fazer coxas de frango. E, quando estamos perante uma afirmação desta envergadura, resta-nos pegar num bloco de notas e começar a tirar apontamentos. Neste caso, não se preocupe com a despesa do papel: só vai precisar de cinco míseras linhas de texto – uma para cada ingrediente (e até estou aqui a incluir o sal e a pimenta...).

Esta forma hiper-simples de fazer o frango estaladiço foi inventada pelo famosíssimo chef americano Paul Bertolli, autor do livro Cooking By Hand, e foi aperfeiçoada pelo site The Canal House, que descobriu que bastava acrescentar casca de limão de conserva picada para transformar o seu frango num autêntico George Clooney da culinária mundial. 

O segredo é fazer as coxas numa frigideira com a pele sempre virada para baixo para queimar toda a gordura e deixar apenas uma fina folha de pele desidratada e estaladiça. Tudo o que vai precisar é de coxas de frango (pode fazer com qualquer parte, mas a coxa é suculenta e plana por isso ficará mais estaladiça), uma colher de sopa de azeite, casca de meio limão de conserva picada fininha, flor de sal e pimenta moída no momento. Para ver as quantidades certas de cada ingrediente para quatro pessoas, veja a receita original aqui.

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um molho de salada mais rápido do que a própria sombra: abacate, coentros e iogurte grego (para fazer em cinco minutos)

Mostrar-me a mim uma receita para fazer em cinco minutos é como dar um placebo a um hipocondríaco: fico feliz e não chateio ninguém. E esta receita de um delicioso molho de abacate e coentros que fica pronta no tempo que o Cristiano Ronaldo demora a marcar dois golos à França é o meu placebo para hoje. Ainda por cima, leva iogurte grego e serve para tudo e mais alguma coisa: desde tempero para uma óptima salada de Verão, até acompanhamento para molhar uns palitos de cenoura (na versão light) ou umas batatas fritas (na versão extra-calórica). E para acabar em beleza, mais uma boa notícia: são só cinco ingredientes.

Quem foi o responsável por esta dádiva dos deuses? O meu Querido Filho Mistério Cada Vez Mais Empenhado em Virar Chef, que descobriu esta tentação do magnífico blog Pinch of Yum, de longe um dos melhores blogs de culinária que existe hoje em dia.

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acha que sabe bater as claras em castelo? e qual é o movimento ideal para bater chantilly?

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Sempre que o G20 se senta à mesa para debater o futuro da Humanidade há infelizmente um tema crucial que é negligenciado. É lamentável, mas é um facto: desde 2008 já houve oito cimeiras dos principais líderes mundiais e nunca, mesmo nunca, se falou da fórmula científica para bater as claras em castelo perfeitas. Exactamente, é o tema que falta, ou como se diria em bom inglês: The Perfect Egg Whites in Castle, para perceberem melhor, seus negligentes!

Mas enquanto os chefes de Governo dos 20 países mais ricos do mundo discutiam a banca e a alta finança, havia alguém a estudar os temas realmente relevantes. E esse alguém chama-se America's Test Kitchen, uma organização que gere uma cozinha de 232 m2, nos arredores de Boston, onde são testadas as melhores fórmulas e receitas que a Humanidade já conheceu. Desta vez, a America's Test Kitchen analisou a forma ideal de bater claras em castelo, chantilly e molho vinagrete. Para isso, usou três técnicas diferentes: para a frente e para trás, looping e circular.

 

 

um petisco light, rápido e simples: molho blue cheese só com 40 calorias

Agora a minha querida Mulher Mistério descobriu o caminho para a salvação. Não, não estou a falar do facto de ter casado com a minha própria pessoa. Estou a falar da sua dieta, esse tornado de restrições que me persegue há semanas. Admito: eu sofro mais com a dieta Dela do que Ela própria. A questão é simples: que graça é que tem fazer petiscos só para mim? É verdade que tenho sempre a minha pequena equipa de futsal para me acompanhar em tudo o que tem a ver com alimento. Mas falta alguém para partilhar uma cervejinha ou um copo de vinho à frente da televisão...

Perante este cenário, dediquei os últimos dias a pesquisar aturadamente petiscos bons e light. E foi no meio dessa jornada que encontrei este delicioso molho de blue cheese para molhar qualquer coisinha, feito pelo Popsugar. Está a pensar numa gordurosa e salgada batata frita para mergulhar lá dentro, não é? Pois... Mas cá em casa teremos de recorrer a uns palitos de cenoura crua, ou de aipo, ou de pimentos ou de qualquer outro vegetal. É light e não é nada mau.

Mas, voltando ao molho...

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Ingredientes 

  • 1/2 chávena de iogurte natural
  • 1 colher de sopa de vinagre de cidra
  • 1 colher de chá de sumo de limão
  • 3 colheres de sopa de blue cheese
  • Pimenta a gosto

 

O segredo é simples: ao trocar as natas ou a maionese por iogurte natural, está a abrir as portas do paraíso das dietas. Esta receita dá para quatro pessoas e tem apenas 40 calorias por pessoa, 2,4 g de gordura, 10 mg de colesterol e 1,2 g de açúcar. Está convencida? Está convencido? Ela está. E ficou ainda mais convencida quando percebeu a rapidez e a facilidade da receita. Só precisa de juntar todos os ingredientes numa taça e misturar com um garfo. Leve ao frigorífico durante 10 minutos, coloque a pimenta moída no momento por cima e sirva.

 

Boas dietas para si onde quer que esteja,

Ele

 

receita e fotos: popsugar

pistou, um molho delicioso para juntar a uma pasta

Tire lá esse sorrisinho matreiro da cara, como quem diz:

- Ah, pois é, têm a mania que cozinham mas não sabem escrever "pesto".

Não, senhor. Não estamos a falar de molho pesto. Estamos mesmo a falar de molho pistou. Se os italianos tinham o pesto, os franceses tinham de ter o pistou. Ninguém sabe exactamente qual dos dois foi inventado antes. Ou melhor, os italianos sabem claramente que o primeiro a nascer foi o pesto. Já os franceses têm a certeza de que foi o pistou.

 

 

tagliatelle com amêndoas torradas e molho pesto

Esta é a receita ideal para uma véspera de feriado. Chegamos a casa do trabalho estafados. Não há nada no frigorífico. Ela protesta porque quer comer alguma coisa minimamente decente. E as crianças reclamam contra mais lombinhos de porco assados no forno. É preciso fazer rapidamente alguma coisa que justifique abrir uma boa garrafa de vinho branco para comemorar o fim-de-semana alargado. Animem-se, pessoas! São três dias de cérebros a descansar e comida a entrar.

Na sexta-feira passada, foi assim que resolvi o problema de véspera de fim-de-semana. Tinha em casa um bom tagliatelle fresco, um óptimo molho pesto fresco (aconselho o Giovanni Rana que encontra na área de frescos do Continente) e umas intragáveis amêndoas cruas com pele (não percebo como é que Ela é capaz de comer aquilo e sorrir a seguir).

 

semifrio de tagliatelle, burrata, nozes e molho pesto

Há o semifrio de morango, de ananás ou de caramelo. E, a partir de hoje, passa a haver também o semifrio de burrata. Com uma diferença: não é um doce. E outra diferença: é uma pasta. E mais 500 diferenças que não vamos estar aqui agora a enumerar. Mas então por que santa alminha é que uma pasta se há-de chamar semifrio, meus senhores? Como diria o meu filho mais novo, porque é quente e também é frio, DAAAAAA!

Ultrapassado o momento infatilóide da semana, vamos ao que interessa: a burrata. E como isto já é conversa de adultos, temos um bocadinho de alta cultura (que é o mesmo que dizer um bocadinho de Wikipedia). Burrata em italiano quer dizer amanteigado. E de onde vem este nome, perguntam-me os meus amigos.

Então, estou à espera da pergunta...

Vem da forma como alguns produtores fazem este queijo: com uma carapaça exterior de mozzarella e um recheio interior de manteiga. No entanto, a maioria das burratas vendidas em Portugal são feitas com mozzarella por fora e uma mistura de mozzarella e natas por dentro.

Antes de me mandarem calar e de me banirem da Internet por me ter tornado no José Hermano Saraiva da cozinha, deixem-me só dizer-lhes uma coisa: a burrata é o melhor queijo para se comer no Verão (desde que não o deixe ao calor para se estragar): é fresco e leve. E é por isso que estamos aqui hoje com este semifrio de tagliatelle e burrata: para ficar com uma receita de massa para os dias mais quentes.

Comece por cozer o tagliatelle al dente em água e sal. Depois de pronta, passe a massa por água fria para não continuar a cozer. A seguir junte-lhe o molho pesto, o tomate cherry cortado em quatro, as nozes e a burrata e misture tudo. Coloque sal e pimenta a gosto e já está. A massa morna com a burrata e o tomate frio fazem um óptimo contraste e formam um prato perfeito para um almoço de sol.

 

Ingredientes 

- Tagliatelle

- Burrata

- Nozes

- Tomate cherry

- Molho pesto fresco Giovanni Rana (à venda no Continente)

- Sal 

- Pimenta

 

Boas e mais tardes de calor para si, onde quer que esteja,

Ele

pizza carpaccio (um bocadinho light) família mistério

Eu já sei que a pizza verdadeiramente caseira é com a massa feita, fermentada e tendida em casa. E também com o tomate trazido de San Marzano e a água de Nova Iorque. E já agora com duas visitas de estudo a Nápoles e mais 14 horas enfiado na cozinha. Mas cá em casa não somos esquisitos. E cozinhar é um prazer, não é um martírio. Por isso, as coisas têm de ter tanto de bom como de simples.

Esta semana fiz uma surpresa de Páscoa para a família: pizza caseira, mas com a massa comprada no Continente. Eu sei que não é a mesma coisa. Mas para nós serve. O importante é que seja light – ou, pelo menos, um bocadinho light. E isso é possível desde que o Continente lançou a sua massa de marca branca extra fina. É uma massa rectangular, grande, saborosa e suficientemente fina para ficar estaladiça. Duas embalagens de massa alimentam uma família de seis bocas trituradoras como a nossa. E tem outra vantagem: é fácil. E rápido.

Basta desenrolar a massa e colocá-la com o papel vegetal no tabuleiro do forno. Enquanto prepara o recheio, aquece o forno a 200 graus. E o segredo está a seguir: recheio light. Em vez de molho de tomate, usei molho pesto Giovanni Rana. É um dos melhores pestos que encontrei e há sempre à venda na área de frescos do Continente. Espalhei-o por cima da massa da pizza e depois cobri tudo com carpaccio affumicato, também à venda no Continente. A seguir, coloquei cogumelos shiitake às tiras, tomate cherry partido em quatro, azeitonas verdes à provençal, manjericão e queijo da ilha ralado grosso por cima. Não é que este prato seja uma salada só de verdes, mas a única coisa que verdadeiramente engorda é a massa, porque o queijo da ilha mal se vê.

Depois de ter tudo pronto, molhei todas as bordas da massa com água e coloquei no forno durante dez minutos, sem abrir. Subi depois a temperatura para os 220 graus e deixei mais dois minutos. O resultado foi este.

Deu três fatias quadradas para cada um. Não é o fim do mundo em dietas. 

 

Ingredientes 

- Massa para pizza extra fina Continente

- Carpaccio affumicato Forlotti&C

- Molho pesto verde fresco Giovanni Rana

- Azeitonas verdes à provençal Père Olive

- Cogumelos shiitake

- Manjericão

- Tomate cherry

- Queijo da ilha ralado grosso

 

Una buona Pasqua a voi, ovunque voi siate,
Esso